Brasil conquistou a medalha de bronze no judô por equipes nas Olimpíadas de Paris (Reprodução/TV Globo) Representantes da Baixada Santista e do Vale do Ribeira trouxeram mais uma medalha para o Brasil nas Olimpíadas de Paris. Os judocas Beatriz Souza, nascida em Itariri e criada em Peruíbe, e Leonardo Gonçalves, de Iguape, conquistaram o bronze na disputa por equipes neste sábado (3). O time brasileiro venceu a Itália por 4 a 3. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A conquista do bronze acontece um dia após Beatriz Souza ser medalha de ouro no individual, batendo a israelense Raz Hershko, número 2 do mundo, na categoria acima de 78 kg. Além de Beatriz Souza e Leonardo Gonçalves, a equipe brasileira foi composta pelos judocas Rafael Macedo, Rafaela Silva, Willian Lima e Ketleyn Quadros. A disputa Tudo parecia caminhar para uma vitória tranquila da equipe brasileira, que chegou a abrir 3 a 1 de vantagem. Porém, os italianos conseguiram vencer as duas lutas seguintes, empatando o placar geral em 3 a 3. No sorteio, a brasileira Rafaela Silva e a italiana Veronica Toniolo foram escolhidas para a luta de desempate. Rafaela venceu após aplicar um waza-ari, confirmando a vitória brasileira por 4 a 3. Em suas respectivas lutas, Beatriz Souza derrotou Asya Tavano, enquanto Leonardo Gonçalves perdeu para Gennaro Pirelli. Um dia após ser medalha de ouro no individual, Beatriz Souza conquista o bronze por equipes em Paris (Alexandre Loureiro/COB) Conquistas na carreira Além das medalhas de ouro e de bronze olímpicas, Beatriz Souza, aos 26 anos também acumula três medalhas em campeonatos mundiais de judô: prata em 2022 e bronze em 2021 e 2023. Já Leonardo Gonçalves, que tem 28 anos, foi medalha de bronze no Campeonato Pan-Americano de Judô em 2017, além de medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos de 2018. Nascido em Iguape, no Vale do Ribeira, ele tem ainda no currículo uma prata no Pan-Americano de Judô de 2019. Leonardo Gonçalves, de Iguape, integrou equipe brasileira que conquistou medalha de bronze em Paris (Miriam Jeske/COB)