Às vésperas da maior competição esportiva do mundo, os Jogos Olímpicos, A Tribuna conversou com representantes da Baixada Santista que já estão em Paris e compartilham com você as primeiras experiências em terras francesas. Afinal, na festa do esporte, além da luta por medalhas, também é momento para desfrutar. Nesta sexta (26), no Rio Sena, delegações de 204 países desfilarão na cerimônia de abertura - com um toque 013 em Paris. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Santos (Divulgação) “Me sinto privilegiada e honrada por representar a fisioterapia esportiva no maior evento esportivo mundial. É minha terceira vez em uma Olimpíada, cada uma com papel diferente. Hoje, tenho responsabilidade com todas as modalidades e a expectativa é a melhor possível, com a troca que há na equipe multidisciplinar, em busca do aprendizado diário com todos membros do COB, além da convivência com todos atletas e ídolos do esporte do nosso País. Sou só gratidão por mais uma convocação”. Priscila Marques. Fisioterapeuta do COB e ex-judoca (Divulgação) “Diariamente, estamos recebendo aqui em Paris as delegações brasileiras que estão chegando, de diversas modalidades. E eles estão felizes, animados e muito focados. O sentimento é de ansiedade, claro, mas também de muita confiança. O dia a dia é de muito trabalho, com pequenos ajustes e detalhes que possam fazer a diferença para o atleta na competição”. Rogério Sampaio, Chefe da missão brasileira em Paris Itanhaém (Divulgação) “A expectativa é sempre positiva, com chance real de ganharmos medalhas. Estamos com uma equipe coesa e unida em busca dos sonhos”. Carlos Barreto, o Carlão. Fisioterapeuta da equipe brasileira de skate Guarujá (Divulgação) “Muito difícil negar essa ansiedade e esse nervosismo por estrear nos Jogos Olímpicos. Realmente, é um sonho que está se realizando, mas ao mesmo tempo confio bastante no trabalho que eu tenho feito nos últimos anos, tanto no Brasil quanto na Europa. Não posso colocar tanta pressão em cima de mim, porque é a minha primeira Olimpíada, tenho que aproveitar o momento e dar mais de 100% do meu melhor na mesa e desfrutar desse sonho olímpico. Temos a expectativa de levar uma medalha para o Brasil e vamos tentar de tudo porque o Brasil tem uma equipe muito forte. Imagino que se a gente jogar no nosso melhor nível, pode sonhar com uma medalha histórica”. Guilherme Teodoro. Atleta da seleção brasileira de tênis de mesa