[[legacy_image_275974]] O narrador Galvão Bueno não foi a voz da derrota do Brasil para Senegal por 4 a 2 na terça-feira em Lisboa, mas aproveitou as redes sociais para expressar sua opinião e dar razão à sua crítica reiterada sobre a espera da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pelo técnico italiano Carlo Ancelotti. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "Perder faz parte do jogo, mas tomar de quatro de Senegal, não! Em três jogos, essa seleção tomou sete gols e não mostrou nada! E a CBF quer passar mais um ano esperando por Ancelotti! Pode isso, Arnaldo?", questionou Galvão, valendo-se de um dos seus mais populares bordões. A CBF está otimista com um acerto com Ancelotti, mas a opção pelo treinador, que tem contrato com o Real Madrid até junho de 2024, é alvo de contestações. Se tiver de esperar até lá para contar com o técnico, o Brasil terá de atuar em oito partidas com um interino, sendo seis jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 e dois amistosos. A expectativa é que até o fim deste mês, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, revele quais serão os próximos passos da seleção brasileira, incluindo quem será o comandante dos times principal e olímpico e quais estádios vão receber os jogos do Brasil nas Eliminatórias. Esse planejamento está sendo feito mesmo sem a escolha de um novo treinador. Ancelotti só estará liberado em junho do ano que vem. Após a derrota para Senegal e a goleada sobre Guiné, a seleção brasileira se reunirá novamente em setembro para o início das Eliminatórias. O primeiro compromisso será diante da Bolívia, em casa. Depois, tem o duelo com o Peru, em Lima.