[[legacy_image_81283]] O Brasil tem 129 medalhas olímpicas e muitos nomes que entraram para a galeria de vencedores dos Jogos. O maior deles é o velejador paulistano Robert Scheidt, que vai para a sétima Olimpíada e soma cinco medalhas, sendo duas de ouro, duas de prata e uma de bronze. Ele é o maior medalhista brasileiro nos Jogos, ao lado do também velejador Torben Grael, que em Tóquio atuará como dirigente da vela e vai acompanhar o desempenho da filha Martine, campeã olímpica no Rio de Janeiro, em 2016. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Com 181 títulos no currículo, Scheidt vai competir na classe laser, na qual tem duas medalhas de ouro e uma de prata – as demais vieram na star (uma prata e um bronze). A trajetória vitoriosa começou em Atlanta, em 1996, com o ouro na laser. Em 2000, em Sydney, ele desceu um degrau no pódio, mas quatro anos depois, em Atenas, voltou ao topo. Na Olimpíada seguinte, em Pequim (2008), o velejador terminou como vice-campeão na star, mesma classe em que obteve o bronze nos Jogos seguintes, em Londres. O multicampeão, de 48 anos, começou a velejar aos 10. De lá para cá, além dos triunfos em Jogos, ele tem 13 títulos mundiais. Em seguida No ranking de medalhas olímpicas brasileiras, o nadador Gustavo Borges e o ex-jogador de vôlei Serginho, com quatro, vêm logo atrás de Robert Scheidt e Torben Grael.