Antes de formalizar a retirada de apoio a Infantino, a FA já havia divulgado um comunicado no sábado, 1º, em que pedia "uma revisão completa e robusta da liderança e da governança da Fifa para garantir que o futebol mundial seja administrado com transparência". Antes de formalizar a retirada de apoio a Infantino, a FA já havia divulgado um comunicado no sábado, 1º, em que pedia "uma revisão completa e robusta da liderança e da governança da Fifa para garantir que o futebol mundial seja administrado com transparência". Por sua vez, a FAW criticou Infantino por "não colocar os interesses do futebol em primeiro lugar", o que, segundo a federação galesa, foi uma falha inaceitável do cartola ítalo-suíço. "As recentes falhas na boa governança, nos processos, na liderança, nos valores, na gestão das partes interessadas, na comunicação e no bom senso nos levaram a uma situação em que o Sr. Infantino perdeu a confiança da FAW para permanecer no comando do futebol mundial", diz comunicado. O posicionamento das federações ocorrem poucos dias depois de a Fifa abandonar o projeto de criar uma subsidiária, a Fifa Forward Enterprise (FFE), para gerir os direitos comerciais das competições da entidade, como a Copa do Mundo. A proposta previa a venda de 20% a 30% do novo braço comercial a investidores privados. Para convencer o colégio eleitoral do futebol mundial, a Fifa havia estruturado um plano inicial de repasses às 211 federações nacionais filiadas, em programa denominado Fifa Fast-Forward (FFFP). Para financiar esta primeira fase, a FFE pretendia captar US\$ 4,2 bilhões (R\$ 21,5 bilhões) no mercado. Liderada pela Uefa, federações ao redor do mundo demonstraram preocupação quanto ao processo e falta de transparência na condução da proposta. Em nota oficial, a entidade europeia pediu a preservação de documentos relacionados à proposta e diz que estuda entrar com medidas legais contra a Fifa.