[[legacy_image_5544]] Carrasco da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1990, o ex-atacante Claudio Caniggia foi acusado por sua esposa, Mariana Nannis, de ter matado o bebê que ela esperava dele há 12 anos por conta de cocaína. A declaração da mulher foi feita a um programa de TV argentino chamado 'Confrontados'. "Ele me fez perder um filho. Me empurrou contra um carro porque eu não o deixei entrar em casa. Estava estressada e disse que daquele modo [sob efeito de drogas] não entraria, que era uma casa de respeito. Eu não consumo drogas e meus filhos também não. Se você quer se drogas, vá a um bordel", disse ela. Mariana contou ainda que no dia seguinte do ocorrido, estava fazendo massagem quando começou a sentir um fervor nas pernas. "Quando olhei, estava cheia de sangue. Hoje, teria um filho de 12 anos. Caniggia me empurrou por causa de um pacote de cocaína. Não quis saber se eu estava grávida de dois meses e meio. Ele matou o meu bebê". Depois do aborto, a esposa de Caniggia revelou ao ex-atleta que estava grávida e que havia perdido a criança. A reação do argentino, segundo ela, foi agressiva. "Ele disse que eu era uma dessas vadias que gosta de se fazer de vítima", falou Mariana, que contou ainda que foi agredida pelo marido outras vezes dentro do casamento. Casados oficialmente há 30 anos, o casal tem três filhos. Mariana, porém, diz que Caniggia a abandonou "para viver com uma prostituta drogada", e que ela irá se reunir com seus advogados para decidir questões legais sobre os acontecimentos.