Com Raphinha, Vini Jr e Marquinhos como pilares do time, Brasil inicia a busca pelo sexto título mundial neste sábado (13), contra o Marrocos (Rafael Ribeiro/ CBF) Ao contrário do discurso comedido de Ancelotti, o atacante Vini Jr. disse que o Brasil chega ao Mundial como favorito. “A gente chega para ser campeão. Estamos no nível das grandes seleções, das grandes equipes. Temos grandes jogadores. Estamos evoluindo nos últimos meses. Na Copa, zera tudo. Não importa quem chegou na última final, quem ganhou a Copa América, o que importa é o que vai acontecer a partir de neste domingo (14) (neste sábado (13)). Estamos aqui para fazer uma excelente competição”, afirmou, em coletiva. Já à TV Globo, Vini falou sobre a cobrança que sofre por não jogar na seleção o mesmo futebol brilhante visto no Real Madrid. “No Real eu jogo muitos jogos, na seleção são poucos. Aqui, se você perde um jogo, perde a confiança e o rumo da onde você quer ir. Chegou a Copa, são oito jogos, podemos mudar a história. Está todo mundo preparado para fazer uma história linda”. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O Brasil inicia a jornada pelo inédito hexacampeonato neste sábado (13), às 19h (de Brasília), contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, apostando na competência do técnico Carlo Ancelotti. Nesta sexta-feira (12), em entrevista coletiva, o italiano não escondeu o orgulho por comandar a seleção no Mundial. “É uma experiência nova, mas especial. É ter a responsabilidade e a honra de representar o país do futebol, a seleção mais laureada do mundo. Duas coisas: responsabilidade e honra. É um momento muito bonito da minha história”, disse. O técnico pregou respeito à seleção africana, adversária mais forte do Grupo C, que também tem Haiti e Escócia, próximos rivais do Brasil, nos dias 19 e 24, respectivamente. “Marrocos é muito forte, tem jogadores de muita qualidade, muitos deles estão jogando na Europa e com muito sucesso. Temos muito respeito por esse time. Acredito que vai ser uma partida muito bonita de se ver”. Chances do Brasil Ancelotti não apontou favoritos ao título porque acredita que a Copa do Mundo será marcada pelo equilíbrio entre as seleções. Entretanto, ele demonstrou confiança no Brasil. “Ganhar é difícil dizer, mas podemos competir. E podemos competir para ganhar. Para vencer são necessários pequenos detalhes, mas eu acredito que o nosso sentimento atual é positivo. Estamos confiantes nessa Copa do Mundo”. Questionado sobre a seleção espanhola, que chega ao Mundial bem cotada entre as principais candidatas ao título, o italiano repetiu o discurso do equilíbrio. “A Espanha é uma das favoritas, mas não é claro. No momento não tem um time favorito na Copa do Mundo. Acho que vai ser uma Copa muito equilibrada, e muitos times têm a possibilidade de competir até o fim”, apontou.