[[legacy_image_125479]] A final da Copa Sul-Americana entre Athletico-PR e Red Bull Bragantino neste sábado (20), às 17 horas, em Montevidéu, marca a consolidação de duas novas forças do futebol brasileiro. Diferentemente de outros clubes mais tradicionais, que estão envolvidos em graves crises financeiras e fracassos em campo, paranaenses e paulistas colhem os frutos de projetos bem estabelecidos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Os finalistas não chegaram por acaso à decisão. O clube paranaense tem disputado finais relevantes nos últimos anos: já venceu o título da Sul-Americana em 2018, foi campeão da Copa do Brasil no ano seguinte e, em dezembro, disputará o bi da competição nacional, contra o Atlético-MG. A gestão do presidente Mario Celso Petraglia lidera um clube com situação financeira favorável. Com o time mais experiente da final, o Athletico tem em seu elenco atletas mais rodados. São quatro jogadores campeões sul-americanos em 2018 que estão no atual plantel: o goleiro Santos, os zagueiros Thiago Heleno e Zé Ivaldo, o lateral Márcio Azevedo, além do meia Nikão. Do outro está um clube que se transformou. Turbinado pelo investimento financeiro do principal patrocinador, subiu à Série A em 2019, está na quarta posição do Brasileiro e sonha com o primeiro título fora do País. Com projeto ambicioso, o clube projeta seguir disputando taças. O Red Bull Bragantino é o resultado de um segundo projeto da Red Bull no País. A empresa de energético investiu em clubes da Alemanha, Áustria e EUA e chegou ao Brasil em 2007, com o Red Bull Brasil, que fracassou. Em 2019, a Red Bull buscou um clube da Série B e fechou com o Bragantino em um acordo de R\$ 45 milhões Logo no primeiro ano, o Bragantino conseguiu o acesso à Série A. Esse ano, foram mais de R\$ 100 milhões em reforços. Com a saída de Claudinho ao Zenit, da Rússia, quem assumiu o protagonismo foi o meia Artur.