[[legacy_image_240525]] A noite deste sábado foi marcada por alegria e emoção na 20ª edição do Dia do Surfista, em Santos. Em evento realizado na Pinacoteca Benedicto Calixto, no Boqueirão, foram homenageados Celso Gonçalves, o Bulina, campeão de surfe em 1973 (representado por Dionísio de Oliveira); Fábio Ventriglia, o Jacuí, ativista ambiental e advogado; Alessandra Aguiar Aranha, juíza federal que deliberou pela criação do Parque Municipal Roberto Mário Santini; e Rogério Santos (PSDB), prefeito de Santos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O Dia do Surfista foi instituído pela Lei Municipal 2.172/2003. O evento teve a homologação da Federação de Surf do Estado de São Paulo. No Paço Municipal Na última sexta-feira (20), oito profissionais que trabalham para construir a cultura do esporte em Santos foram homenageados na Sala Princesa Isabel do Paço Municipal de Santos, e contou com a presença de autoridades, membros de associações ligadas à modalidade, amigos e familiares. Na ocasião, foram homenageados Fábio Antônio Boturão Ventriglia, Márcio Fernandes de Andrade, Armando Jaguary Dias Neto (in memoriam), Caetano Valentim Martire Filho, Luiz Fernando de Oliveira Filho, Sergio Gadelha Leme do Prado, Diolanda Vaz e Maria do Carmo de Jesus, indicados pelas associações Santos de Surf, Santista de Longboarder e Brasileira de Surf Feminino. “O surfe deve muito a Santos e a Cidade deve muito ao surfe”, afirmou o prefeito Rogério Santos, que destacou o fato de o Município ter sido o berço do esporte no País, bem como a atuação do surfista Cisco Araña no comando das duas escolas públicas da modalidade na Cidade, que já exportou pranchas adaptadas à pessoas com deficiência para outros países. “Tudo isso foi graças a vocês, que trazem o surfe ao dia a dia da Cidade”, afirmou o chefe do executivo santista. Representando os homenageados, o surfista Fábio Ventriglia agradeceu pelo gesto e pelo trabalho de todos os presentes. “Tenho que enaltecer todos os homenageados e destacar que preservar a história, que é uma coisa que a gente faz em Santos, é a coisa mais importante para o surfe”, declarou.