[[legacy_image_67163]] Após quase dois meses de preparação, o boxeador Patrick Teixeira, de 30 anos, campeão mundial na categoria médio ligeiro, vai defender o cinturão no Fantasy Springs, nos Estados Unidos, contra o argentino Brian Castaño. Ele integra o grupo 'Boxe Guarujá' e também já teve a oportunidade de lutar em Santos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Natural de Sombrio (SC), Patrick tem 1m82 de altura e conquistou o cinturão mundial em novembro de 2019, quando venceu o dominicano Carlos Adames. São 31 vitórias em 32 lutas disputadas. Em entrevista para ATribuna.com.br, o boxeador contou sobre a preparação para defender o cinturão e a relação com a Baixada Santista. Como está sua expectativa para a defesa de cinturão? O que você espera do seu adversário? Eu me preparei muito para esta luta. A expectativa é de poder levar o cinturão de volta ao Brasil. O Brian Castaño é um boxeador bastante competente. Vai ser uma guerra e estou com muita sede para vencê-la. Sua única derrota veio quando atuou em uma categoria de peso maior. Pretende lutar em outra categoria no futuro? Hoje, meu foco é a defesa do cinturão. Se eu vencer essa luta, terei condições de lutar pela unificação de cinturões, de outras entidades, nesta mesma categoria. Agora, não penso na mudança de categoria. Como é sua relação com a Baixada Santista em um todo? Já tive a oportunidade de lutar em Santos. Adoro a cidade. Além disso, meu patrocinador Pepe Altstut, do Memorial de Santos, é da cidade. Ele sempre me incentivou e me apoiou muito. Sou muito grato a toda região. [[legacy_image_67165]] Como você vê o boxe nos dias de hoje? Sabendo da força do UFC, WWE e outras associações É um grande esporte e que, infelizmente, não possui a divulgação merecida no Brasil. Espero contribuir para uma mudança de cenário nesse sentido. Você está se preparando há quase dois meses para esta luta. Como tem sido a preparação, em meio a pandemia? No começo, quando ninguém esperava a pandemia, foi um pouco complicado. Mas hoje já adaptei a minha rotina às restrições impostas pelas autoridades sanitárias. Fiz mais de 110 sessões de sparring. Tenho trabalhado duro para chegar pronto ao combate.