[[legacy_image_213710]] As praias de Santos costumam receber diversos atletas e modalidades esportivas. Do futebol ao tamboréu, tem uma dupla que está na disputa do 54º Torneio Popular de Tamboréu de Praia A Tribuna Terracom. O auxiliar técnico da Portuguesa Santista, Cristiano Troisi, e o vendedor Renato Cubatão, fazem parte desta "tribo". Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios Troisi está com 49 anos e faz dupla de tamboréu com Renato há 10. Ele já foi jogador, técnico e agora será auxiliar do técnico Sérgio Guedes, na Briosa, na próxima temporada. Já Renato, com 51 anos, quase se profissionalizou como jogador, porém, descobriu ser amante do tamboréu. Cristiano Troisi adora praia. E foi lá, no Posto 2, em Santos, que se encantou pelo tamboréu. Ele começou a jogar com Renato no Portuários. “Eu fui seduzido pela praia, pelo ambiente, já que a gente vem muito estressado do futebol. Um dia eu estava caminhando na praia, vi um pessoal jogando tamboréu e pensei: ‘Um dia quero jogar’. Como o futebol ocupa muito o nosso tempo, eu ficava um pouco limitado. Aí, comecei a jogar no Portuários com o Renato, me apaixonei pela modalidade e, nas horas vagas, quando não tem jogo, a gente vem praticar o tamboréu", disse Troisi. Renato conta que conhece Cristiano há 30 anos e que eles já foram campeões juntos. Ele chegou a jogar futebol com atletas como Axel e Sérgio Manoel, mas não se profissionalizou. Sua paixão é o tamboréu. "Eu entrei no tamboréu por lazer. Eu jogava futebol, mas eu deixei o futebol para jogar tamboréu. É algo que gosto muito. Eu quase me profissionalizei como jogador de futebol. Sou da época do Axel e Sérgio Manoel. Mas optei por me dedicar totalmente ao tamboréu. Eu acabei esquecendo o futebol”. Quando está trabalhando em algum clube de futebol, Troisi atua menos no tamboréu. Mas, assim como no campo, nas areias da praia ele é competitivo. "O esporte é competitivo. Eu falo com os meus atletas, por exemplo, que sei perder, mas não gosto (risos). Então, no tamboréu, eu sou competitivo, eu falo, grito, gosto de comandar, mas aceitamos nossas limitações. Só que gosto de ganhar", disse Troisi, que também falou da importância da modalidade para o seu aspecto psicológico. "O tamboréu é uma terapia para mim. Você sai de casa, olha para o mar, para a praia, já volto para casa mais leve. Totalmente preparado para tocar a minha semana. Com a mente tranquila", finalizou o auxiliar técnico da Portuguesa. A competição de A Tribuna iniciou neste sábado (8) e conta com 200 participantes em busca de títulos em diversas categorias