[[legacy_image_151805]] O rapper paulistano Emicida chega a Santos com suas cartas de amor – pílulas musicais, antídoto a um mundo em decomposição, na visão do artista. São dois shows no Sesc, amanhã e sábado, às 20 horas, do espetáculo AmarElo, além de músicas que marcaram a carreira do artista, que já se estende por 16 anos. Os ingressos esgotaram na manhã desta quinta-feira (17). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Foi lá por 2006 que Leandro Roque de Oliveira começou a se destacar nas tradicionais batalhas freestyle e já sonhava com uma carreira sólida na música. Os olhares do público e da crítica se debruçaram sobre o já então Emicida em 2009, quando lançou a primeira mixtape, Pra Quem já Mordeu um Cachorro por Comida Até que Eu Cheguei Longe. O trabalho artesanal, vendido nas ruas a R\$ 2,00, acabou levando o artista aos principais festivais do Brasil e do mundo, incluindo o Rock’n’Rio, Roskilde (Dinamarca) e Coachella (Estados Unidos). E as coisas foram acontecendo. Após duas mixtapes e dois EPs, o rapper paulista ganhou notoriedade para além do nicho do rap com o seu primeiro disco de estúdio, O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui (2013), que teve participação de Pitty, Wilson das Neves, Tulipa Ruiz, entre outros. O sucesso se repetiu com Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa (2015). Inspirado em uma viagem por Angola e Cabo Verde, trouxe participações de nomes do calibre de Caetano Veloso e Vanessa da Mata. Este foi indicado ao Grammy Latino – a outra indicação de Emicida à premiação foi com a música A Chapa É Quente, do projeto Língua Franca (2017), parceria em que ele, Rael e os rappers portugueses Capicua e Valete celebram a língua comum entre os dois países. Após um DVD ao vivo em 2018, dois anos depois, no auge da pandemia, lançou o projeto AmarElo, com um podcast e um documentário do artista ao vivo. Os ingressos para o show esgotaram na manhã desta quinta-feira (17). É necessário apresentar comprovante de vacinação contra covid-19 (físico ou digital) e um documento com foto. No caso de maiores de 12 anos, o comprovante deve conter duas doses ou dose única da vacina. É obrigatório o uso da máscara.