[[legacy_image_17554]] O fenômeno se repete a cada eleição: um elevado número de legendas declina apoio ao candidato mais bem avaliado nas pesquisas pré-eleitorais. Esse movimento, que unifica em uma chapa agremiações de visões opostas, é motivo de questionamento entre o eleitorado. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em dezenas de lojas, restaurantes e serviços! Nessa corrida eleitoral, contudo, o apoio de legendas menores em um candidato de peso tem um novo fato: pela primeira vez não será permitido coligações entre vereadores. Com isso, a estratégia de partidos sem penetração é lançar candidatos à prefeitura, mesmo sem chances de vitória, ou fazer coligações para integrar o governo, independentemente de quem for eleito. Esses movimentos explicam o porquê de 16 concorrentes em Santos e, ainda, improváveis uniões como PSL e PSB em apoio a um pleiteante. O doutor em Ciência Política, Rafael Moreira, explica que esse tipo de coligação é danoso ao eleitor. Isso porque parte da população não leva em conta a importância do partido, que tende a ser mais “confusa” com uma coligação inchada. “Há muitos partidos chamados de aluguel, eles se coligam com qualquer grupo político e independentemente do cargo. Rumam para quem tem mais chance de ganhar. Fora algumas discussões e promessas problemáticas que acontecem nos bastidores”, alerta. Essas coligações municipais nem sempre são alinhadas a diretrizes e a agenda político dos grupos nacionais. Há grupos mais pragmáticos que controlam o diretório da cidade. “Isso não acontece com todos, alguns partidos procuram se manter coerentes, fazendo coligações com partidos do mesmo campo”, explica Rafael. Sobre a influência no voto, o cientista político explica que apenas uma parcela restrita da população enxerga o peso das coligações na criação das chapas. “Por isso acabam procurando candidatos que representem a sua pauta ou ideologia”, conclui Veja são as coligações da região: Santos Rogério Santos - PSDB, Republicanos, PP, DEM, PSL, PODE, PL e PSB. Banha - MDB e PTC. Delegado Romano - Democracia e Solidariedade. São Vicente Pedro Gouvêa - MDB, PCdoB, PDT, PL, PMN, Progressista, PROS, PSC, PSB, PTC, PV e Republicanos. Kayo Amado - Podemos, Democratas e Avante. Analia Silva - PT e PSOL. Guarujá Valter Suman - PSB, PROS, PP, PDT, PT, MDB, PL, PTC, PSD, PC do B, SOLIDARIEDADE, PTB, PSC, PSB e PV. Magaiver Edilson - PODEMOS e AVANTE Miguel Calmon - PRTB, PSL, PMN e PMB Praia Grande Alexandre Cunha - REPUBLICANOS, PSD, AVANTE, PSB, PROS, REDE, PP, PDT e PATRIOTA. Raquel Chini - PSDB, MDB, CIDADANIA, DEM, SOLIDARIEDADE, PTB e PMB Danilo Marco Morgado - PSC e PSL. Cubatão Ademario da Silva - PSDB, MDB, PL, DEM, PSD E SOLIDARIEDADE. Fabio Mello - PSOL e PCB. Paula Ravanelli - PT e PDT. Toninho Vieira - PC do B, PP, PSL e Patriota. Wagner Moura - CIDADANIA, PODEMOS, DC, PV, AVANTE E REPUBLICANOS. Itanhaém Capitão Galvão - PL e PRTB Cris Forssell - PODEMOS, REPUBLICANOS, PP, AVANTE e PV. Marcelo Strama - REDE, PDT, PTB, PSC e PSB. Tiago Rodrigues Cervantes - MDB, PSDB, PSL, CIDADANIA, DEM, PSD, SOLIDARIEDADE e DC Peruíbe Alex Matos - PSD, PODE, PL e PSB. Barros - PP e PROS. Emer - DC, PV, PSC, PSL e PTB. Luiz Maurício - PSDB, MDB, PCdoB e DEM. Mongaguá Marcelo Conceição - PTC e PRTB Márcio Cabeça - REPUBLICANOS, SOLIDARIEDADE, MDB, PSD, PSL e DEM. Rodrigo Casa Branca - PSDB, PTB, PP, AVANTE, REDE e PODEMOS. Bertioga Caio Matheus - PSDB, Solidariedade, PROS, Republicanos, PSD, MDB, Podemos, Cidadania e DEM. Lucília Goulart - PL e AVANTE. Professora Lucélia - PT, PSOL e PCdoB. Silvio Magalhães - PSB, PSC, PDT e PV.