[[legacy_image_6462]] A partir desta sexta-feira (9), os eleitores de São Vicente poderão conhecer melhor as propostas dos candidatos aos poderes Executivo e Legislativo no município. Isso porque tem início a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. A divisão do tempo entre as coligações é relacionada diretamente à representatividade das siglas na Câmara Federal. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Dessa forma, apenas uma candidata à Prefeitura está de fora da Propaganda Eleitoral Gratuita, ytrata-se de Mônica Batalha (PRTB). As exibiçções ocorrem em dois momenos diários: das 7h às 7h10 e 12h a 12h10 no rádio; 13h a 13h e 20h30 a 20h40 na televisão. Com o maior tempo, ficou a coligação “São Vicente pra frente”, reunindo os candidatos do PSB, PP, PROS, PC do B, PDT, PSC, PSL, PL, MDB e Republicanos. Os partidos terão de 4 minutos e 48 segundos de transmissão – quase metade dos 10 totais. Na sequência, com 1 minuto e 30 segundos, a aliança “O futuro de São Vicente é o povo quem faz”, de PT e PSOL. Já o grupo “A esperança da mudança”, formado por Podemos, Democratas e Avante contabiliza um minuto e 16 segundos. PSB, sozinho, terá 53 segundos a cada período de propaganda. Outros 45 segundos serão para o PSDB. Solidariedade ficou com 25 segundos e PTB com 21. Ordem do primeiro dia O primeiro dia de campanha em rádio e televisão será aberto pelo Solidariedade. Seguido pelo PTB, PSD e a coligação “O futuro de São Vicente é o povo quem faz”. Os próximos são os candidatos do PSDB, “A esperança da mudança” e, por fim, “São Vicente pra frente”. Tempo Com quase 5 minutos de espaço na programação, o atual prefeito Pedro Gouvêa (MDB) manifestou-se por nota. “A distribuição do tempo de televisão é uma regra previamente determinada por lei, que deve ser cumprida e respeitada por todos. A Justiça também nos autoriza a utilizar as redes sociais. Vamos aproveitar ambos os espaços para levar a nossa mensagem ao maior número de pessoas, apresentando as nossas realizações e propostas do plano de governo”. Kayo Amado, Podemos, comemora. “De 16 segundos na última eleição, agora temos um minuto a mais. Mostra nossa organização, preparo e capacidade de somar partidos em torno de um projeto”. O concorrente Luiz Carlos Gianelli (PSD) afirma que o “tempo que tem é suficiente para fazer história” e declara que “não tem dúvida que fará a cidade protagonista de novo”. Pelo PSDB, Solange Freitas comenta que já esperava o tempo curto, pela opção do partido em não fechar coligações. “Nossa campanha segue mais focada nas redes sociais. Estamos abastecendo com vídeos, fotos e jingles. E na rua também, como fizemos na pré-campanha, andando por toda a cidade e conversando com as pessoas”. Valquírio Martins representa o Solidariedade e afirma que “eu acho que a gente não pode alterar a legislação vigente. sao as regras do jogo. a gente respeita. nao concorda, mas respeita. tem de ser mudado, mas não agora que vamos agir em benefício próprio. eu acho que a gente pode discutir isso aí, de ser algo mais igualitário, fora do número de partidos”. E Luís Claudio Bili (PTB) reforça a diferença das eleições em momento de pandemia. “O Brasil está do avesso nesse momento. O horário eleitoral é, sim, bastante desproporcional em virtude da ampla coligação do atual prefeito. Vou apostar nas mídias sociais e espero que o povo acompanhe. Devemos realizar pequenas e médias reuniões, mas respeitando sempre o distanciamento social”. Anália Silva, candidata do PT, não respondeu até a publicação desta reportagem.