[[legacy_image_8637]] Outro exemplo de que a divisão de opositores favorece o prefeito Ademário Oliveira, com base no que aponta a pesquisa, é o fato de que a maioria dos entrevistados afirma desaprovar a maneira como ele administra Cubatão: 48,9%. Os que aprovam são 42%. Levando em conta os 3,8 pontos percentuais da margem de erro, há um empate técnico. Não souberam responder 9,1%. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Ele (o tucano) tem uma vantagem expressiva (para os demais concorrentes), mas a reprovação é superior a 40%. Os 35% de intenções de voto vêm daqueles 42% que o aprovam. Ele está chegando ao limite de sua aprovação”, avalia o cientista político Alcindo Gonçalves, coordenador do IPAT. Outro ponto citado por Gonçalves é que a rejeição ao nome de Ademário aumentou, na comparação com os números de outubro, e se tornou a maior entre os nove candidatos. Se, na pesquisa anterior, 20,8% afirmavam que não votariam de jeito nenhum no atual prefeito, desta vez foram 23,7%. “É uma rejeição alta, de quase um quarto do eleitorado. Conclusão: a divisão em vários candidatos é a lógica onde há segundo turno”, reiterou o coordenador, ao lembrar que a eleição cubatense tem turno único. Entre os concorrentes que empatam tecnicamente em segundo lugar nas intenções de voto, Toninho Vieira é rejeitado por 10,7% (eram 5% no mês passado); Doda, por 12,5% (antes, liderava esse quesito, com 30%); e Wagner Moura, por 6% (estava com 5,7%). Os demais rejeitados são Paula Ravanelli (2,8%), Pedro de Sá (2,8%), Fábio Mello (1,8%), Kadu (1%) e José Hilário (0,8%). Dez por cento não rejeitam nenhum nome, 10,5% rejeitam todos e 23,7% não souberam responder.