[[legacy_image_16730]] Uma das expressões mais comuns entre os candidatos à Administração vicentina é a “regularização fundiária”. Na prática, o que os concorrentes pretendem é ‘simplificar’ ou ‘agilizar’ os processos de medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais que legalizam espaços de moradias irregulares e entregam a escritura a seus ocupantes. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Enquanto a construção de casas populares é vista por muito como um processo caro e lento, a regularização seria uma saída para oferecer condições mais dignas ao munícipe e contabilizá-lo oficialmente como morador de determinado bairro para melhor calcular as necessidades de serviços como postos de saúde, escolas, entre outros. Confira os projetos de cada candidato no quesito Habitação: Anália Silva (PT) Recuperar projetos de habitações populares; projetos para retirar moradores das palafitas; conquistar contribuição de impostos das residências regularizadas; trabalhar de forma eficiente para não desperdiçar projetos começados. Kayo Amado (Podemos) Promover regularização fundiária para dimensionar população; articular parcerias com governos Estadual e Federal para novos projetos de habitação; recuperar moradores que ocupam locais inseguros ou de preservação ambiental. Luís Claudio Bili (PTB) Reativar programa ‘Papel Passado’, para conceder escritura a moradores; aliar Habitação com Urbanização por melhores condições no Tancredo Neves; procurar novas áreas para construir, caso do Jóquei Clube. Luiz Carlos Gianelli (PSD) Resolver finanças da cidade primeiro, antes de planejar Habitação; recuperar ofertas de emprego para devolver dignidade e condições de moradia ao vicentino; investir em regularização fundiária para solucionar arrecadação. Mônica Batalha (PRTB) Focar em regularização fundiária para mensurar real população; em contrapartida, buscar contribuição da população; utilizar políticas de humanização absorver moradores das áreas precárias na sociedade. Pedro Gouvêa (MDB) Manter entregas dos programas de habitação; contar com parcerias do Governo Nacional para dar continuidade a projetos; regularizar áreas ocupadas; oferecer linhas de crédito pela Caixa Federal e iniciativa privada. Solange Freitas (PSDB) Olhar para a população em áreas precárias/invadidas e pensar onde remanejar em condições dignas; criar novos conjuntos habitacionais; articular com governos Estadual e Federal; investir em regularização fundiária. Valquirio Martins (Solidariedade) Interromper processo de ‘favelização’; investir em áreas ociosas, como espaço do Jóquei Clube; utilizar parcerias público-privadas (PPPs); criar espaço com moradias dignas e que exerçam função social à população.