[[legacy_image_37896]] A pandemia do coronavírus influenciou diretamente as mudanças na rotina de toda a população. No período anterior ao da crise sanitária presente, era possível ver centenas de aglomerações em filas de bancos, que estavam repletas de pessoas em busca da liberação de um valor em crédito para manter a organização financeira. Hoje, com o avanço da tecnologia e, principalmente, as recomendações de distanciamento social, empresas 100% digitais e que oferecem serviços cada vez mais dinâmicos ao cliente se tornaram ainda mais relevantes no mercado. É o caso da Keycash, ‘startup’ que usa tecnologia para agilizar a entrega em diversos serviços, entre eles, imobiliários e financeiros, e já aprovou mais de R\$ 120 milhões em crédito com garantia imobiliária. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A equipe de A Tribuna entrou em contato com dois dos fundadores da empresa e também com uma economista da Baixada Santista no intuito de pautar o crescimento de companhias financeiras que se tornam, dia após dia, cada vez mais modernas e essenciais na vida do cidadão. Confira a videorreportagem abaixo. [[legacy_youtube_dETKuZpjSnY]] Alessandro Silva, cofundador da Keycash, explicou sobre a importância de uma empresa 100% digital e que oferece um serviço ágil ao cliente em tempos de crise. “É o momento da ‘não necessidade’ de sair de casa. No contexto de pandemia, tudo aquilo que significa não sair é melhor”, afirma. “Então, desde o momento da solicitação do crédito, que é o que a gente faz, até a etapa de depósito em conta do cliente, não é preciso sair de casa para nada”. [[legacy_image_37897]] Silva explica também que, em tempos de pandemia, a empresa observou um crescimento muito grande de demanda por crédito. “De fato, as pessoas precisam resolver suas vidas financeiras, e o crédito com garantia imobiliária se coloca de forma muito vantajosa, principalmente por conta das taxas de juros que ele traz, que são pelo menos 30% mais baratas que o crédito consignado, que talvez seja o mais procurado pelas pessoas hoje em dia”, descreve. E o sucesso é cada vez maior. Em dois anos de existência, a Keycash já aprovou mais de R\$ 120 milhões em linhas de crédito, como explica o outro fundador da empresa, Eduardo Tinari. “Temos números interessantes. Já tivemos mais de R\$ 2 bilhões solicitados na nossa plataforma. conseguimos aprovar mais de 120 milhões e temos muitas pessoas satisfeitas. Esse é um marco interessante. Nosso objetivo é chegar, até o FIM deste ano, com mais de R\$ 150 milhões em crédito liberados efetivamente em contas. Esse é um número que nos faz querer ampliar o desafio, realizar cada vez mais sonhos e ajudar as famílias brasileiras a passar por essa transição”. [[legacy_image_37898]] Tinari também contou um pouco sobre a história da companhia e destacou o seu desenvolvimento tecnológico dentro do mercado imobiliário e financeiro. “É uma empresa de tecnologia que já construiu diversas ferramentas para o mercado imobiliário, de avaliação de imóvel e diligência jurídica. Vimos uma enorme oportunidade no produto crédito com garantia imobiliária”, detalha. “Na Keycash, você faz uma solicitação de proposta e, em menos de 24h, já tem uma resposta. É possível escolher o valor do empréstimo, em quanto tempo deseja pagar, entre outras opções e, rapidamente, enviamos uma proposta firme para você dar continuidade no processo”. A Keycash atende as principais cidades do país, como explicou Tinari: “Basicamente, [estamos em] cidades com mais de 50 ou 60 mil habitantes, tirando as capitais, e sempre com a mesma agilidade”. [[legacy_image_37899]] Ainda sobre velocidade na entrega, de acordo com Tinari, a companhia está entre um ‘misto’ de empresas de dois ‘grupos’ que utilizam as tecnologias para trazer agilidade e qualidade ao serviço final: as proptechs e fintechs. “Proptech está relacionada à tecnologia na construção e administração de imóvel. Por sua vez, a fintech está ligada na parte financeira”, afirma. “Temos ferramentas tanto para avaliar o imóvel quanto para fazer a parte de diligência jurídica muito mais rápido do que as demais empresas (proptech) e, além disso, ainda temos a ‘parte’ de captação do recurso, distribuição e ‘bancarização' (fintech) para ajudar o cliente a ter isso de forma digital, 100% online”, descreve. A reportagem de A Tribuna também entrou em contato com uma especialista no assunto. Em entrevista com a economista Viviam Ester de Souza, que também é professora universitária em instituições da Baixada Santista, foi abordado o crescimento de empresas do ramo. “Ao todo, podemos dizer que os bancos digitais têm em torno de 60 milhões de correntistas, enquanto, no Brasil todo, temos em torno de 185 milhões. Então, ainda tem espaço, pois o mesmo correntista pode ter uma conta no banco tradicional e outra no digital. Não é só uma tendência, acredito que venha para ficar”, explica Viviam. [[legacy_image_37900]] Perguntada sobre a parcela juvenil no negócio e a sua forte ligação com a tecnologia, a economista vê a possibilidade de um futuro próspero para empresas do ramo. “O que a gente percebe é que o público jovem, que não está habituado [em sua maioria] a ir em um caixa de banco, mas que está acostumado com o uso da internet, é muito adepto ao uso dos bancos digitais e todos esses serviços das ‘fintechs’”, diz. “Já há algumas projeções desse mercado digital no Brasil. Até 2026, estima-se que vai passar de 1,7 trilhões de reais em crédito no mercado”. Sobre o que impulsiona o crescimento de empresas como a Keycash, Alessandro Silva também explicou: “O principal atrativo é a taxa de juros. Quando você compara as principais modalidades de crédito, o ‘CDC’, consignado, cheque especial, cartão, entre outros, todas essas modalidades têm taxas muito altas. Por sua vez, o crédito com garantia imobiliária consegue chegar em uma taxa que é pelo menos 30% mais barato que o consignado e, dessas modalidades que citei, é o que tem a menor taxa de juros”, conta. “Um outro ponto é o prazo de pagamento, pois conseguimos estendê-lo até 240 meses, 20 anos, para pagamento, o que se reflete em uma parcela menor”, cita. “O valor a gente ‘chega’ até 60% do referente ao imóvel [quitado], ou seja, é um valor de crédito muito grande e que permite usos diversos”. Silva também explicou que a Keycash não obriga seus clientes a direcionar o valor adquirido, mas que a percepção é de um uso consciente. [[legacy_image_37901]] A equipe de A Tribuna entrou em contato com clientes da Keycash, que relataram suas experiências com a empresa. O corretor de seguros Helder Luiz de Souza elogiou o atendimento e a dedicação da companhia. “Recentemente, fiz um financiamento com garantia de imóvel na Porto Seguro em parceria com a Keycash e fui muito bem atendido”. Por sua vez, o empresário Fabio Gabanelli explicou que, há algum tempo, precisava de um determinado valor para conseguir comprar um micro-ônibus. “Precisava de um empréstimo de uma forma rápida, mais barata, com os juros mais baixos e esse automóvel não poderia ficar agregado ao financiamento, do contrário, não poderia agrega-lo à empresa. Foi aí que procurei a Keycash, fui muito bem atendido, me deram todas as explicações, me assessoraram em todos os processos, desde o primeiro atendimento até o depósito na minha conta. Recomendo, estou muito feliz”, finaliza.