[[legacy_image_173989]] A Tribuninha, encarte infanto juvenil criado na década de 60 com objetivo de estimular a leitura de crianças e adolescentes, encerrou a edição com mais de 19 mil exemplares distribuídos. Além de ter circulado junto ao jornal impresso, quase 15 mil alunos de 39 escolas da rede municipal de ensino foram beneficiados em um projeto em parceria com a Prefeitura Municipal de Santos. Cristina Barletta, Secretária de educação de Santos, conta o impacto da iniciativa para a formação dos alunos. De forma lúdica e diferenciada, o projeto levou para os alunos um material relevante e interativo. Desta forma, os professores puderam trabalhar o tema da Cultura Oceânica utilizando o jornal, com uma linguagem voltada para o público infantil. Os estudantes se interessaram muito, o que tornou o aprendizado ainda mais significativo. Parcerias como estas são muito importantes, porque a educação se faz de forma coletiva e como diz o provérbio africano é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança, completou. [[legacy_image_173990]] O tema da edição especial distribuído em fevereiro deste ano foi a importância dos oceanos em nossas vidas. O encarte contava com curiosidades, jogos de quebra-cabeça, caça-palavras e testes de conhecimento. Manuela Alves de Mesquita, de 10 anos, aluna da rede municipal Barão do Rio Branco, conta como gostaria que as pessoas agissem para a preservação dos oceanos, de acordo com o que aprendeu lendo A Tribuninha. Seria uma ótima ideia eles preservarem o oceano, os mares e os rios, assim os animais ficariam com ótima saúde e não iriam mais morrer. [[legacy_image_173991]] A colega de sala Serena Pelegrini, também de 10 anos, completa dizendo que a preservação do meio ambiente é um esforço coletivo. As pessoas esquecem que no planeta, todo mundo se ajuda. E queria que elas começassem a se aprofundar sobre esse assunto pra entender o que elas têm que fazer. [[legacy_image_173992]] Em um mundo cada vez mais digital, A Tribuninha mostra a importância do incentivo da leitura de um material impresso. De acordo com a professora da UME Barão do Rio Branco, Luciana Santos, alguns nunca haviam visto um jornal impresso e até sentiram um pouco de dificuldade para manuseá-lo. Hoje em dia, entende-se a importância de terem contato com uma pesquisa digitalizada e mais global, sem dúvidas. Mas penso que, preservar a pesquisa e a leitura por meio do material impresso – livros, revistas e jornais - como uma das possibilidades, é imprescindível justamente pela qualidade da interação e pelo poder de concentração que eles proporcionam, além de preservar a história, explica a professora Luciana.