[[legacy_image_195874]] Depois de vários meses com a taxa Selic em ascensão, o comprador de um imóvel com financiamento deve pesquisar entre as instituições bancárias para economizar com o custo do crédito. Levantamento feito pela startup Oito Crédito Imobiliário mostra que a diferença entre os bancos com a taxa mais em conta e a mais cara é de 1,82 ponto percentual, um resultado que vai pesar no saldo devedor por se tratar de empréstimo de longo prazo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! De acordo com a startup, neste mês, a Caixa cobra taxa de 8,7% ao ano de cliente com relacionamento chamado plus e 8,99% do sem relação com o banco. Já o Banco do Brasil exigiu 10,52%de juros. No setor privado, os percentuais são parecidos. O Santander aparece com 9,49% na condição “bonificada”, enquanto o Itaú Unibanco tem três diferenciações – 9,5% (personalité ou private), 9,7% (uniclass) e 9,99% (agências e “NCC”). No Bradesco são 9,5% (Prime), 9,7% (Exclusive) e 9,9% (Classic). Segundo a Oito, os percentuais informados são da taxa efetiva (juros ao ano mais TR) com base em tarifa de avaliação por volta de R\$ 2 mil. O estudo também comparou as taxas cobradas em julho com as de dezembro passado. O Bradesco manteve os juros sem alteração, enquanto a Caixa esticou em 0,4% para cliente com relacionamento plus (sem relacionamento não mudou). No Santander houve acréscimo de 0,5% e o Itaú subiu entre 1,19 e 1,2 ponto percentual. Os dados de dezembro também são de taxa efetiva (juros ao ano mais TR) e tarifa de avaliação entre R\$ 3,1 mil e R\$ 3.420, conforme o banco. De acordo com a startup, apesar das mudanças nas taxas e da subida da Selic e da inflação, o crédito imobiliário se manteve estável e, em maio, só a Caixa emprestou R\$ 15,6 bilhões.