[[legacy_image_62559]] Os estudos que levaram à aprovação da vacina CoronaVac tiveram a participação de 13 mil profissionais da área da Saúde, que serviram de voluntários tomando doses do imunizante. Neste domingo (17), o nutricionista Luiz Henrique Barroso dos Santos, de 33 anos, tinha um sentimento dever cumprido. “Fiquei muito feliz hoje e a esperança aumentou muito. Próximo passo convencer mais pessoas que as vacinas são seguras”. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Ele entrou para o estudo em outubro, querendo ajudar a acelerar a batalha contra o coronavírus. Mas a decisão de participar como voluntário não foi fácil e as dúvidas pesaram. “Questões como possíveis reações e se isso atrapalharia os meus afazeres pesaram”, conta ele, que esperou os primeiros testes acontecerem antes de entrar para a pesquisa. Com a primeira dose, ele não teve sintomas. Na segunda, uma dor de cabeça controlada com medicamentos foi a única diferença sentida por ele, que assim como os outros participantes não sabe se está tomando a dose com princípio ativo ou um placebo. Para tirar dúvidas da população, ele postou um vídeo nas redes sociais contando sua experiência. “Mais do que a questão da eficácia, as pessoas têm que pensar que é o que temos. Não é só para o meu bem, mas para que outros não sejam contaminados. É muito importante se vacinar”.