[[legacy_image_144409]] O presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a cidade de Eldorado, no Vale do Ribeira, na manhã deste sábado (22). Ele veio à região para acompanhar o velório da mãe, dona Olinda, que faleceu aos 94 anos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Antes de deixar a Cidade, o presidente atendeu à imprensa e foi até uma casa lotérica. Ele se dirigiu ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde embarcará para Brasília. Bolsonaro cumpria agenda no exterior. Ele estava no Suriname, na América do Sul, e iria para Guiana nesta sexta (21). O presidente retornou ao Brasil após ser comunicado sobre a morte da mãe. PEC dos combustíveisAo conversar com a imprensa, Bolsonaro comentou sobre uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que negocia com o Congresso para reduzir o preço dos combustíveis, por meio da redução ou até isenção de impostos. "Se a PEC passar, no segundo seguinte à promulgação, eu zero o imposto federal do diesel no Brasil. Com um litro de diesel, o caminhão anda em média dois quilômetros. É um imposto que pesa", disse Bolsonaro. O presidente afirma que, atualmente, é cobrado cerca de 33 centavos de imposto federal sobre o litro do diesel. "A PEC autoriza, não impõe, que o presidente da República e os governadores diminuam, ou zerem, os valores do PIS/Cofins/Cide e ICMS dos combustíveis", disse, em publicação em suas redes sociais. Segundo Bolsonaro, a medida deve prever a possibilidade de baratear a gasolina, etanol, diesel, gás de cozinha e energia elétrica, por meio da redução dos tributos. Segundo ele, não há "nada de atrito". "Mesmo sem PEC, já zeramos o imposto federal do gás de cozinha (botijão de 13 kg)", disse, em referência à redução a zero da alíquota de PIS/Cofins no início do ano passado. O movimento do governo com a negociação da PEC é visto, em parte, como uma pressão para governadores reduzirem o ICMS, que vem sendo alvo do chefe do Planalto com a escalada dos preços no último ano.