[[legacy_image_38364]] As vacinas contra a Covid-19 disponíveis hoje no Brasil — CoronaVac e Oxford/ AstraZeneca — são muito diferentes, mas bastante eficientes na prevenção das formas média e grave da doença. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Elas preveem duas doses em intervalos diferentes para alcançar a tão desejada imunidade. Os estudos clínicos durante o desenvolvimento é que determinaram as decisões de aplicar duas doses e o tempo de intervalo entre a primeira e a segunda aplicações. No caso da vacina Oxford, são necessários 90 dias entre as doses. Já quem toma a Coronavac deve aguardar, em média, apenas 28 dias. Segundo o infectologista Jacyr Pasternak, esses são os tempos de melhor resposta do organismo. “Nos dois casos, é importante dizer que apenas com a segunda dose é que a pessoa está protegida”. Segundo ele, a diferença básica entre as duas vacinas é o fato da CoronaVac ser o vírus morto e injetado. A aplicação não dói e não existem reações. Já na Oxford, a célula de cada pessoa imunizada é que é que faz o antígeno. pois ele não é recebido pronto como no caso da CoronaVac. O especialista diz ainda que essa aplicação dói e, entre as reações, estão dor muscular, febre, baixa as plaquetas e trombose. “A vacina seria como um gatilho para uma doença autoimune, que a pessoa já possui, mas nem sabe que tem. Mesmo assim, são casos extremamente raros e que não justificam uma falta de vacinação. Ambas são seguras e essenciais neste momento”, esclarece a infectologista Socorro Martins.