[[legacy_image_133709]] Trabalhadores da Cetesb decidiram manter o estado de greve, com indicativo de paralisação a partir desta quarta-feira (15). A categoria exige o cumprimento das sentenças judiciais dos dissídios de 2020 e 2021. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo o sindicato da categoria, o último reajuste dos salários ocorreu em 2019 e a Justiça determinou as correções da remuneração dos anos seguintes sejam aplicadas. Os trabalhadores estarão reunidos nesta terça-feira (14) para ratificar, ou não, o movimento paredista, aguardando que a situação seja resolvida pela Cetesb e pelo Governo do Estado. Na avaliação da diretoria do Sindicato dos Urbanitários da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (Sintius), a demora em cumprir a sentença judicial é inaceitável, pois o julgamento do dissídio de 2020 ocorreu em 22 de setembro e o do dissídio de 2021, em 17 de novembro, sendo que o de 2020 determinou a aplicação da inflação daquele período, ou seja, 2,6% e o de 2021 decidiu pela recomposição dos salários e benefícios em 7,81%, totalizando 10,61% de correções.