A superlotação na travessia de barcas entre Santos e o distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá, tem provocado cada vez mais dor de cabeça para os usuários. Nos horários de pico, em especial pela manhã, há quem atrase no trabalho por não conseguir pegar a lancha e ter que esperar a próxima. (Veja no vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Rafael Mishima de 39 anos, estava indo trabalhar por volta das 7h nesta terça-feira (25), e diz que a lancha estava bem lotada. Ele conta que demorou bem mais do que o normal para chegar no trabalho. "Foram 25 minutos de travessia, mais a lentidão do desembarque. Eles atrasaram tudo e as embarcações estavam com excesso de pessoas", reclama Os usuários da travessia alegam que a lancha Paicará, a de maior capacidade (728 pessoas), não estava disponível, sendo usadas somente as embarcações menores. -Superlotação barcas Santos Guarujá (1.424346) E na parte da noite? Nos dias anteriores, usuários das barcas entre Santos e Vicente de Carvalho estão tendo problemas também à noite, provocando atrasos no trabalho e no retorno para as residências. Os tripulantes das barcas reclamam que, no horário de "pico", entre 18h e 20h, o problema persiste. Há quem opte por chamar uma corrida de aplicativo para ir até as catraias, na altura do Mercado Municipal, em Santos, para fazer voltar à Guarujá mais rapidamente. Superlotação atormenta usuários nas lanchas entre Santos e Guarujá (Reprodução) Posicionamento A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Institucional (Semil), se posicionou por meio de nota, dizendo que haviam somente duas embarcações no local, trabalhando com 20 minutos de cada lado, e que a barca com maior capacidade (Paicará) estava fora de funcionamento, pois estava realizando manutenção. Confira a nota na íntegra: "A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) informa que a travessia Santos/Vicente de Carvalho operou na manhã desta terça-feira, em média, com 20 minutos em Santos e com 20 minutos em Vicente de Carvalho. Haviam duas embarcações em operação, enquanto a Paicará, com capacidade para 728 passageiros, passou por manutenção corretiva. A equipe técnica trabalhou para concluir o serviço no menor tempo possível. "