[[legacy_image_119092]] Mesmo sem o tempo colaborar e Finados ser considerado menos forte do que outros períodos de folga, o índice de leitos de hotéis ocupados na região deve chegar a, no mínimo, 75% até o fim do feriado. Assim estima o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (SinHoRes), Heitor Gonzalez. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Gonzalez afirma que grandes hotéis registraram em torno de 50% a 60% de ocupação, mas pousadas e pequenos hotéis obtiveram de 90% a 95% de vagas preenchidas. “No mínimo 75% em um feriado com chuva, num mês que possui outros três dias de folga e que sempre foi considerado fraco, é muito bom”, avalia. O presidente diz que é preciso olhar para o passado para entender o movimento de agora. Gonzalez cita que, em novembro, há os feriados de Finados, Proclamação da República e Consciência Negra. O primeiro é menos chamativo devido às tradicionais visitas aos cemitérios, em memória de entes falecidos. “Agora, neste segundo ano de pandemia, as coisas mudaram. A ideia dos turistas é: ‘Tem feriado, vou viajar’. Considerando essas condições, a avaliação é positiva”, pensa. Gonzalez diz que o cenário poderia ser melhor não fosse a previsão de chuva. Ainda assim, cerca de cinco dias antes de começar o feriadão, o índice de reservas estava em torno de 50%. O gerente de vendas do Comfort Hotel de Santos, Rodolpho Hesselbach, relata que fechou o feriado com ocupação de 60%. “A grande maioria das saídas do público de lazer é na segunda-feira, porque (turistas) retornam para suas casas e fazem a visita aos cemitérios na terça, na Capital, dia considerado de bastante movimento lá.” Forças-tarefas sanitárias prosseguem até terça-feira (2) na regiãoAté terça-feira (2), há forças-tarefas em cidades da Baixada Santista para fiscalizar o cumprimento de medidas sanitárias de combate à covid-19. Agentes municipais darão orientações. A entrada de Santos, no Saboó, está com barreira para fiscalização de vans, ônibus e micro-ônibus com fins turísticos que vierem para o Município. Agentes cadastram turistas e verificam reservas de hospedagens ou visitas. O monitoramento é da Secretaria de Empreendedorismo, Economia Criativa e Turismo, da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A GCM também orienta quanto à covid-19, indicando uso obrigatório de máscara e proibição de aglomerações. A desobediência pode gerar multa de R\$ 300,00, se a pessoa não tiver máscara ou se recusar a usá-la. São Vicente fiscaliza veículos em pontos como a orla, para coibir abusos e infrações de trânsito. O mesmo acontece em Praia Grande, com ações de orientação e fiscalização viária. Em Guarujá, para vans e ônibus de turismo entrarem, é exigida autorização expedida pela Diretoria de Trânsito e Transporte Público e comprovação de hospedagem na rede hoteleira. Em Bertioga, há ações contra festas clandestinas e a disseminação do coronavírus. A fiscalização ocorre em comércios e com blitze. Mais cidadesMongaguá também tem força-tarefa. Em Itanhaém, são mantidos ações e procedimentos relativos a medidas sanitárias. Peruíbe faz rondas na Cidade para a fiscalização de vans, ônibus e veículos com fins turísticos, que só podem entrar e ficar na cidade com autorização do Departamento Municipal de Turismo. Todo veículo do gênero tem a documentação verificada. Em Cubatão, não há barreira sanitária, porque a Cidade não recebe alto número de turistas.