[[legacy_image_199372]] O caminhão carregado de etanol bate em um ônibus e tomba. O coletivo também colide, mas em um carro. Após o acidente, o combustível começa a vazar na pista. Dezoito pessoas ficam feridas — duas delas presas nas ferragens do automóvel. Tudo simulação: foi um exercício feito nesta quinta-feira (11) no km 8 da Interligação Planalto, na alça de acesso para a Rodovia dos Imigrantes. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O trabalho foi promovido pela Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes. para capacitar as equipes operacionais, integrá-las e avaliar a eficiência do plano de emergência. A principal novidade deste ano foi o uso de um drone, que transmitiu imagens ao vivo para o Centro de Controle Operacional da concessionária. Com isso, a equipe pode avaliar a gravidade do acidente e acionar quem for preciso. A ação teve a participação da Agência de Transporte do Estado (Artesp), Corpo de Bombeiros, Polícia Militar Rodoviária, Companhia Ambiental do Estado (Cetesb), Defesa Civil, Samu e empresas parceiras. “Este tipo de treinamento é importante para que a gente possa identificar os pontos que necessitam de melhorias, além de analisar as técnicas. Não queremos medir o tempo de resposta, e sim, a eficiência da operação”, disse o coordenador de Tráfego da Ecovias, Marcio Vono. [[legacy_image_199373]] Dezoito voluntários do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) se passaram pelas vítimas. Duas pessoas ficaram presas nas ferragens do carro, e as outras estavam no ônibus: duas vítimas graves, quatro moderadas e 12 leves. “Cerca de 70 profissionais, entre funcionários da Ecovias, policiais rodoviários, Corpo de Bombeiros e os outros meios envolvidos, participaram da simulação”, completou. Segundo o supervisor de Operações da Artesp, José Tavares de Moraes Filho, as concessionárias devem fazer esse treinamento ao menos uma vez no ano. “No Sistema Anchieta-Imigrantes, nós temos um corredor logístico, com carretas transportando líquidos perigosos, e um trecho de serra. Por isso, este tipo de treinamento é necessário.” *Com informações de Thiago Silva