[[legacy_image_19531]] O Secretário de Desenvolvimento Regional do Governo de SP, Marco Vinholi, revelou que apoia as prefeituras em relação a contrariedade ao retorno à fase vermelha no Plano SP, divulgada nesta terça-feira (22). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em dezenas de lojas, restaurantes e serviços! "É fundamental dizer que é direito dos prefeitos municipais o aumento de restrições quando acharem adequado. No modelo do Conselho de Prefeitos da Baixada Santista (Condesb), do prefeito Paulo Alexandre Barbosa, eles poderão aumentar as restrições e o estado apoiará esses aumentos", disse. Apesar do apoio, Vinholi aproveitou para rebater as críticas vindas dos prefeitos da região dizendo ser "descabível qualquer tipo de tentativa de jogar a responsabilidade para o estado". Recentemente, o prefeito de Santos e presidente do Condesb, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) criticou a decisão do governo. "Entendemos que a Baixada Santista precisa de medidas diferenciadas, especialmente para o Réveillon. Na medida que o Plano São Paulo estabelece regras apenas para o período até o dia 28, depois apenas após o dia 1º, relaxa medidas para o período de Réveillon, que é o período mais crítico para a nossa região", disse. Albertou Mourão, prefeito de Praia Grande, também não concordou com a mudança. "Não concordo com a iniciativa, por não ser possível operacionalizar tais medidas restritivas faltando dois dias para o Natal". Fase Vermelha O Governo do Estado de São Paulo aumentou as restrições para evitar o contágio da Covid-19 no período de festas de final de ano. Entre 25 e 27 de dezembro, e entre 1 e 3 de janeiro, todas as regiões serão reclassificadas para a fase vermelha - os serviços permitidos serão apenas os essenciais. A medida foi adotada devido ao crescente aumento de casos, internações e mortes. Antes e depois destas datas, a Baixada Santista voltará à fase amarela. Uma nova reclassificação só será realizada em 7 de janeiro. De acordo com o secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn, em quatro semanas o número de casos aumentou 54% e o de mortes teve alta de 6%