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São Vicente tem mutirão contra dengue e chikungunya na próxima semana

Agentes vão orientar moradores do bairro Japuí sobre cuidados com criadouros do mosquito Aedes aegypti

Por: Por ATribuna.com.br  -  13/02/21  -  23:22
Mutirão acontece em bairros de Guarujá até sexta-feira (10)
Mutirão acontece em bairros de Guarujá até sexta-feira (10)   Foto: Divulgação/PMG

Na próxima segunda-feira (15), moradores do bairro Japuí vão receber a visita de agentes de saúde, que vão orientar sobre a prevenção da dengue e chikungunya. O objetivo do mutirão é eliminar os depósitos de água parada nos imóveis e terrenos. Haverá, também, recolhimento de materiais inservíveis para evitar uma epidemia de doenças transmitidas pelo vetor Aedes aegypti.


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Ao todo, 25 agentes vão percorrer as ruas do bairro durante os dias 15, 16 e 17 de fevereiro, sempre das 8h às 14h, para tirar dúvidas, alertar sobre água parada e, sobretudo, eliminar estes possíveis criadouros do mosquito em residências.


O trabalho será realizado respeitando os protocolos sanitários de saúde, em razão da pandemia. Os agentes, que, segundo a prefeitura, já estão vacinados contra a Covid-19, farão as visitas usando máscaras, luvas descartáveis (trocadas em cada visita realizada) e álcool em gel.


Para Fabio Lopes, biólogo e chefe do Departamento de Controle de Doenças Vetoriais (Decodove), é extremamente importante que a população permita a entrada dos agentes para a vistoria. Ele explica que “o problema maior é a quantidade de mosquitos e não necessariamente o aumento no número de casos”.


Para o biólogo, a população precisa fazer a sua parte também. “A pouca colaboração dos moradores favorece a proliferação do mosquito. Para evitar o aumento do número de casos da doença, é preciso que cada pessoa faça a sua parte. Todos devem eliminar de casa qualquer possível criadouro do mosquito e, com isso, impedir a proliferação do vírus”, conclui.


A dengue, especificamente, se apresenta em quatro sorotipos diferentes, DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. Na Baixada Santista, está em circulação o tipo um e dois. Por isso, neste cenário, é possível que um cidadão possa contrair até duas vezes a doença, já que a infecção por um sorotipo não gera imunidade sobre os demais.


Sobre a chikungunya, não é possível adquiri-la mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida.


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