[[legacy_image_340733]] A Prefeitura de São Vicente teve seis projetos encaminhados ao Governo Federal selecionados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Haverá verba para as áreas de educação, saúde, esporte, turismo e cultura. Os investimentos se aproximarão de R\$ 20 milhões. O prefeito Kayo Amado (Pode) afirmou que o Município teve aprovadas as construções de Unidade Básica de Saúde (UBS), creche, Centro de Atenção Psicossocial (Caps), praça esportiva, escola em tempo integral e um projeto de engenharia para o Porto das Naus, no Japuí, considerado um patrimônio turístico e histórico de São Vicente. A Administração havia enviado 18 projetos à União. A próxima etapa do andamento dos projetos é a aprovação na Caixa Econômica Federal. Em seguida, o Município poderá fazer licitações. “Estamos bem avançados com essas aprovações. Agora, vem todo um trabalho junto à Caixa Econômica Federal e ao Governo Federal, uma gestão de documentos, vencer outras etapas da burocracia até o dinheiro ficar disponível”, explica Amado. Conforme o prefeito, ainda não há como detalhar a maioria dos projetos aprovados. No caso da creche, por exemplo, mais de um projeto de construção foi enviado, mas apenas um obteve aval, e a Administração ainda não sabe qual foi. Contudo, duas obras ficarão na Área Continental: a UBS, em uma das glebas, e o Caps, no Jardim Rio Branco. Porto das NausO Porto das Naus, patrimônio histórico no Japuí, próximo à Ponte Pênsil, também receberá um projeto de engenharia, cujo investimento deve ser de R\$ 400 mil. Segundo o prefeito, há a intenção de transformar o local em um ponto turístico. Para isso, a Administração procurou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Autoridade Portuária de Santos (APS) para obter apoio do Governo Federal. “Nosso primeiro passo era colocar o Porto das Naus no mapa do Brasil e mostrar ao Governo Federal que aqui é onde começou parte da história do País. Sem essa ajuda do Governo, não conseguimos dar o devido prestígio para o local”, pontua o prefeito. Amado esclarece que havia impedimentos legais e ambientais para remodelar o local. “Existe a necessidade de finalizar algumas escavações, um estudo arqueológico que precisa ser feito e, para isso, precisávamos do apoio do patrimônio histórico do Brasil, que finalmente chegou”, diz. Ainda segundo o chefe do Executivo vicentino, o projeto é uma oportunidade de valorizar o Japuí, que tem recebido investimentos privados. “O objetivo é impulsionar tanto a história de São Vicente perante o Brasil quanto impulsionar o desenvolvimento econômico naquela região, uma vez que temos visto que o empresariado tem tido bons olhos para a realização de investimentos ali”.