[[legacy_image_29199]] A moradora de São Vicente Fernanda Kloke decidiu iniciar o projeto Bem Me Quer Jockey Club para ajudar famílias carentes da cidade. A sede do projeto foi montada na própria garagem de casa, no bairro Jockey Clube, e começou a mobilizar a comunidade de Luciana, criando uma corrente de apoio entre várias pessoas, que ajudam como podem. A garagem já serviu para eventos beneficentes em prol de crianças, chás de bebê solidários, biblioteca pública e até como sala de aula. Fernanda conta que o projeto atende quem precisa, sem distinções, e além de ajudar com as doações, também busca incentivar as mães da região a criarem ocupações, através do artesanato, principalmente. Apesar da pandemia ter impedido novas confraternizações, a autônoma conta que tenta ajudar de outras formas, arrecadando cestas básicas, por exemplo. Projeto costuma arrecadar doações para mulheres grávidas (Foto: Divulgação/Projeto Bem me Quer) O dinheiro acaba sendo usado para ajudar nas ações do projeto. A próxima, inclusive, será realizada para ajudar no dia das crianças. Luciana conta que no dia 11 de outubro irá preparar uma pequena comemoração para as 30 crianças do projeto, que ganharão máscaras de pano e doces. Dentre todos os voluntários, Fernanda recebe uma ajuda especial da professora Eli, que atua dando aulas de reforço para as crianças. Além do marido Elmar Kloke, mais conhecido como Teco, que é tatuador e costuma fazer sessões de tatuagem solidárias. [[legacy_image_29200]] Joyce Dias Gomes recebeu a ajuda do projeto durante o natal do ano passado. A autônoma conta que estava passando por dificuldades e decidiu pedir ajuda para que os filhos tivessem algum presente de natal. Além do presente, Luciana ainda ajudou Joyce com roupas, alimentos e móveis para casa. “Eu sou muito grata ao projeto. Não foi só receber a comida. Tinha alguém acreditando em mim”, diz. Joyce conta ainda que o projeto gerou uma corrente de solidariedade pelo bairro e que depois que conseguiu ajuda, mudou de vida e passou a acompanhar mais de perto as ações do projeto. Além disso, a autônoma se emociona ao relembrar por tudo que passou e pelo crescimento do Bem Me Quer em apenas um ano. Para ela, o amor que Fernanda deposita no projeto é verdadeiro e tem ajudado muitas famílias, assim como a dela.