[[legacy_image_60042]] Durante um amor de carnaval em Santos, a mãe de Alexandre da Silva conheceu o pai dele, mas não voltaram a se falar depois disso. O técnico em nutrição sempre teve curiosidade de saber quem é seu pai e, por isso, recentemente publicou nas redes sociais um pedido de ajuda com as poucas informações que ele tem. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "Sempre quis saber quem era meu pai. Vim de uma família pequena do lado materno, sou filho único e minha mãe veio de Minas Gerais sozinha para trabalhar. Sinto falta de ter um irmão ou irmã, e queria mais sobre o outro lado, se eu tenho irmãos, tios, primos por parte de pai", explica. Alexandre tem 42 anos de idade, e as informações que ele tem são: o nome inteiro de seu pai, Marcos Cláudio de Oliveira, e o local onde ele trabalhou no ano de 1978 em Santos: o 6º Batalhão da Polícia Militar, que na época ficava na Ponta da Praia. Ele contou à reportagem de A Tribuna que chegou a entrar em contato com uma mulher, que seria esposa de seu pai, pelas redes sociais. Mas a resposta recebida pela esposa dele não foi agradável: "ela foi muito indelicada, me acusou de assediar colegas dela e disse que seu esposo não teria idade pra ser meu pai. Acho que ela ficou com medo que eu pedisse dinheiro, mas não é nisso que eu estou pensando". O técnico em nutrição afirmou que, no início, sua mãe não apoiou muito a decisão dele de sair em busca do pai, mas que recentemente ela tem concordado em ajudar como pode. Ela nunca chegou a contar a Marcos que estava grávida e, por isso, ele não sabe da existência do filho em Santos. Segundo ela, Alexandre é bem parecido com o pai, apenas um pouco mais alto. "Eu cheguei a procurar ele na época do Orkut, há bastante tempo. Com o Facebook, que alcança mais pessoas, cheguei até a relutar mas acabei postando há pouco tempo e repercurtiu de uma forma bem positiva, recebi bastante mensagens de apoio", contou ele. Um dos voluntários na busca é de Goiás, segundo Alexandre, e fez algumas buscas diretamente com a polícia para ajudar. Em uma pesquisa, porém, mais de 50 nomes aparecem, por conta do sobrenome comum. Mesmo assim, Alexandre afirma que não vai desistir de buscá-lo e que não tem medo de se decepcionar. "Se eu estou indo atrás dele, é porque quero saber da minha origem. Eu posso encontrar meu pai ou não, doente ou não. Vou querer saber como foi, tentar recuperar os anos perdidos e o que a gente não vivenciou, tudo isso. Se eu não o encontrar, também vou fechar esse ciclo e parar de procurar", finaliza Alexandre. CONFIRA MAIS EM ATRIBUNA.COM.BR [[legacy_youtube_JV84wrxHdlg ]]