[[legacy_image_240489]] A morte do leão Nagan, que estava em um zoológico na cidade de Americana, no interior de São Paulo, está causando revolta em advogados, veterinários e ativistas dos direitos dos animais. Sob suspeita de negligência e maus-tratos, a morte de Nagan chegou à Justiça paulista em uma tentativa de se descobrir o que de fato aconteceu com o animal. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Nagan chegou ao Parque Ecológico de Americana em 9 de outubro de 2015, já com 17 anos, vindo do Horto Municipal de São Vicente. Ela formava casal com a fêmea Menina, que na época tinha 20 anos. Ele morreu no dia 31 de dezembro de 2022 nas dependências do Parque Ecológico de Americana, um zoológico público administrado pela prefeitura do município, que fica a 126 quilômetros da capital. No mesmo dia, a prefeitura divulgou uma nota afirmando que Nagan, que tinha 24 anos, havia morrido de velhice. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, a expectativa de vida para leões em cativeiro é justamente de 24 anos. Porém, segundo veterinários que acompanharam a necropsia, o leão estava muito magro e bastante debilitado, além de ter vários tumores espalhados pelo corpo e feridas infestadas por larvas de moscas. Na última quinta-feira (19), a BBC News Brasil procurou a gestão do prefeito Chico Sardelli (PV), mas a prefeitura respondeu que só vai se pronunciar após a divulgação do laudo oficial da necropsia, o que só deve acontecer em 40 dias.Com informações do uol.