[[legacy_image_53570]] O pequeno Roosevelt Fogaça, de 1 ano e seis meses, enfrenta feridas em todas as partes do corpo, que têm provocado coceiras e fortes dores. Morador do Jardim Rio Negro, em São Vicente, ele, que é autista, já ficou internado por três dias e ainda não tem um diagnóstico concreto. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A mãe, Raissa Fogaça Barra Soares, de 33 anos, conta que as feridas começaram a aparecer em dezembro de 2020. Inicialmente, os médicos suspeitaram de escabiose, considerada sarna humana. Depois, após passar por um alergologista, foi levantada a hipótese de ser uma dermatite de contato. Entre idas e vindas a unidades de saúde, a família conseguiu que Roosevelt fosse internado em um hospital particular por três dias, entre as noites de sexta (4) e segunda (7). Sem ter como arcar com os custos, a família voltou para casa com o garoto, ainda sem um diagnóstico exato. "Todos os hospitais que eu chego me mandam para casa, e meu filho não melhora. Cada vez que passam um remédio para escabiose, ele só piora. A pele dele está em carne viva", desabafa a mãe. Além da coceira e feridas em todo o corpo, Roosevelt tem enfrentado diarreia e dificuldade para se alimentar, desde que foi liberado da internação. Raissa relata que já levou o filho em unidades de saúde de Santos, São Vicente e Registro, no Vale do Ribeira, na esperança de conseguir uma vaga de internação. "Tem sido horrível. Ele passou de uma criança alegre e sorridente para uma criança triste e chorosa. Só se coça. Parou de comer esses dias, só está mamando. Com tudo isso, ele tem ficado mais irritado e agressivo, porque não consegue dormir", afirma Raissa. [[legacy_image_53571]] Também portador do Transtorno do Espectro Autista (TEA), Roosevelt tem consulta marcada para o dia 22 de julho, em São Paulo. "Se ele não melhorar, não sei como vou fazer", lamenta a mãe. "Como essa criança vai para lá com as feridas abertas? Não tem como". A mãe pede ajuda para conseguir uma nova internação para o filho, prosseguir com o tratamento e ter um diagnóstico concreto.