[[legacy_image_94875]] A frequente realização de bailes funks na Vila Margarida, em São Vicente, tem virado verdadeiros pesadelos para moradores da região. As festas, que começam na noite de sexta-feira, duram até o início de domingo e contam com a presença de centenas de pessoas nas vias do local, todos eles máscara e sem respeito ao distanciamento social. (assista o vídeo abaixo) Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Segundo os munícipes, contatos com autoridades são feitos de forma frequente, mas nada foi feito até então. "É um descaso total. A bagunça começa e dura dias, são feitas várias ligações para as autoridades, mas isso não resolve nada", relata um morador, que prefere não se identificar. [[legacy_youtube_bpyzjOJGfwA]] Nas redes sociais, organizadores da festa, que ocorre entre a Rua do Meio e a Rua Sete, já anunciaram que haverá um outro baile marcado para o primeiro domingo de setembro. Em imagens obtidas por ATribuna.com.br, é possível ver o grande número de pessoas se aglomerando no local. Além disso, o som alto também incomoda as famílias que moram próximas de onde o evento é realizado. Em nota, a Prefeitura de São Vicente informou que tem realizado ações integradas de fiscalização continuamente, envolvendo Secretaria de Comércio, Vigilância Sanitária e Guarda Civil Municipal (GCM), para coibir as aglomerações e frear a disseminação da Covid-19. Desde o início das ações de força-tarefa neste ano, mais de 3 mil pessoas foram dispersadas em diversos pontos de aglomeração. No entanto, ainda segundo a administração municipal, é impossível fiscalizar todos os cantos da Cidade, pois não há efetivo suficiente, de nenhuma GCM, para estar em todos os locais ao mesmo tempo. E pior, para forçar as pessoas a seguirem protocolos amplamente divulgados e de conhecimento de toda a população há mais de um ano. A GCM recebe centenas de denúncias semanalmente. A prefeitura finaliza ressaltando que a missão de vencer a pandemia depende da conscientização de todos. Parte desta tarefa é do poder público, e a outra é da população.