Tráfego será desviado à estrutura ferroviária. Veículos circularão em mão dupla e com máxima de 40 km/h (Alexsander Ferraz/AT) A reta final das obras para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Ponte A Tribuna, que liga as áreas Continental e Insular de São Vicente, começa no dia 22 e mexerá no trânsito por cinco meses, mas sem interdição total. Segundo a Prefeitura, os serviços incluem nivelamento da pista rodoviária e adequações estruturais para garantir segurança viária e permitir a passagem futura dos trilhos. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! No período, o tráfego será desviado para a estrutura ferroviária, onde os veículos circularão em mão dupla, com velocidade máxima de 40 km/h. Caminhões só poderão passar se tiverem até três eixos e peso máximo de 24 toneladas. Ultrapassagens estarão proibidas, e haverá espaço segregado para pedestres e ciclistas. O prefeito Kayo Amado (Pode) destacou precisar “da colaboração de todos para evitar acidentes e preservar vidas”. De acordo com ele, o momento mistura desgaste e expectativa entre os moradores. “Existe uma exaustão de quem esperou tanto tempo (pela reforma da ponte), mas também, uma esperança muito grande de ver esse projeto melhorar a vida das pessoas.” Prefeito (em pé): manter fluxo era prioridade, mesmo com obra difícil (Alexsander Ferraz/AT) Sem interditar Ainda conforme o prefeito vicentino, a decisão de não interditar a Ponte A Tribuna foi mantida desde o início. “Seria mais fácil interditar, mas isso causaria um impacto enorme. A prioridade sempre foi manter o fluxo, mesmo com a complexidade da obra”, disse. Ele reforçou o pedido para que condutores respeitem as regras durante o período. “São apenas cerca de 650 metros. Dá para aguardar sem ultrapassar e garantir a segurança de todos.” O secretário de Mobilidade Urbana, Alexandre Martins, explicou que haverá operação contínua no local. “O trânsito será monitorado 24 horas por dia, com agentes, placas e sinalização. A orientação é clara: respeitar a velocidade e não realizar ultrapassagens”, declarou. Ele também recomendou que motoristas evitem horários de pico, devido à redução de velocidade e ao estreitamento da pista. A vice-prefeita Sandra Conti (União) lembrou impactos anteriores na região. “A população já sofreu muito quando a ponte ficou interditada. Agora, a decisão foi manter o funcionamento, mas com responsabilidade de todos para garantir segurança.” O subsecretário de Infraestrutura, Paulo Fiamenghi, afirmou que os custos são do Governo do Estado. “A Prefeitura atua com apoio técnico, gestão de entorno e organização do trânsito para reduzir impactos à população”, explicou. Para expandir A intervenção faz parte da expansão do VLT até a Área Continental, com previsão de beneficiar mais de 150 mil moradores e abertura de quatro estações. A conclusão dessa etapa é esperada no próximo semestre, e a fase seguinte, com a entrega das estações, tem entrega prevista para 2028. Alterações Caminhões só poderão passar pela ponte se tiverem até três eixos e peso máximo de 24 toneladas. Ultrapassagens estarão proibidas, e haverá espaço segregado para pedestres e ciclistas.