[[legacy_image_160848]] Os servidores públicos de São Vicente rejeitaram mais uma proposta de reajuste salarial feita pela Prefeitura, na manhã desta quinta-feira (17), e decidiram continuar com a greve, que completa nove dias nesta sexta (18). À tarde, o prefeito Kayo Amado (Pode) disse que o Município “já chegou ao limite do que é possível fazer” e cogitou “uma decisão no campo judicial” para dar fim à paralisação. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na assembleia, no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Vicente (SindServSV), servidores recusaram novamente a proposta de reajuste salarial de 1,8%, o mesmo oferecido antes e já rejeitado pelos funcionários. Estiveram presentes à votação 150 dos 1.800 associados do sindicato e cerca de 100 funcionários não sindicalizados. O sindicato exige 16% de aumento, relativo à inflação acumulada nos últimos dois anos. Na proposta rejeitada nesta quinta (17), a Administração também havia se comprometido a não descontar do salário os dias parados dos servidores que aderiram à greve. “Eles (sindicato) precisam fazer uma comunicação oficial para a gente. A partir dessa comunicação oficial,a Prefeitura vai definir a estratégia que vai tomar. (...) Não é possível repor todas as perdas de décadas que os outros prefeitos não deram justo no nosso primeiro ano pós-pandemia. (...) Se não for possível definir isso na mesa de negociação, o que vai acabar acontecendo é uma decisão no campo judicial”, declarou Amado. *com informações de Daniel Gois e Júnior Batista