[[legacy_image_100419]] Após nove meses sem realizar atendimentos e com aluguel mensal de R\$ 25.125, o Centro de Combate do Coronavírus de São Vicente deve, enfim, ser inserido no plano de reestruturação da rede de saúde do Município. A Prefeitura de São Vicente confirmou, nesta quarta-feira (8), que a nova destinação para o local será anunciada em breve pelo prefeito Kayo Amado e que está prevista, para os próximos dias, a liberação do processo licitatório para a reforma e adequação do espaço. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A Prefeitura de São Vicente confirmou, nesta quarta-feira (8), que a nova destinação para o local será anunciada em breve pelo prefeito Kayo Amado (Pode) e que está prevista, para os próximos dias, a liberação do processo licitatório para a reforma e adequação do espaço. Os moradores do Centro, bairro onde fica o prédio, têm convivido com insegurança e barulho, provocados por vândalos que invadem o local à noite. Imagens obtidas pela Reportagem no fim de agosto mostram que o vidro usado na fachada havia sido estilhaçado e, dentro do imóvel, tábuas de madeira estavam espalhadas no chão. Nesta quarta (8), o cenário era parecido, com vidro estilhaçado diante do imóvel. A fachada e o interior do prédio continuam sujos. O assunto foi levado à Câmara Municipal na sessão da última quinta-feira (2). O vereador Tiago Peretto (PL) citou os R\$ 226.125,00 pagos em aluguéis pela Prefeitura. Segundo ele, o valor permitiria comprar por volta de 3,2 mil exames do tipo PCR, os mais precisos para detecção da covid-19, que custam cerca de R\$ 70,00. “Recebemos muitas denúncias de moradores nas últimas semanas, e nada mais justo do que tentar ajudar a encontrar uma destinação para o prédio”, declarou Peretto. Histórico de problemasInaugurado em 28 de março do ano passado, o Centro de Combate ao Coronavírus atendia pessoas com sintomas da covid-19. O espaço funcionou até 30 de novembro, na esquina das ruas João Ramalho e Campos Salles. [[legacy_image_100420]] Com quatro consultórios médicos, leitos de isolamento, salas de medicação, raios X e recepção, o espaço dispunha do primeiro ambulatório específico para o atendimento de pacientes com sintomas de coronavírus na Baixada Santista. Em março deste ano, pessoas entraram no local e levaram fios e janelas de alumínio. Na época, a prefeitura prometeu que a Guarda Civil Municipal intensificaria rondas na região. Nesta quarta-feira, a Prefeitura voltou a dizer que a corporação mantém rondas periódicas. [[legacy_image_100421]]