[[legacy_image_238964]] Ainda dentro do prazo para que comece nesta temporada de verão, a cobrança de estacionamento regulamentado em São Vicente está com a licitação em fase final. Das seis empresas que apresentaram propostas, três foram classificadas, e uma, declarada vencedora: a Estacionamientos y Servicios, S.A. do Brasil (Eysa), criada na Espanha em 1976 e que tem sede em São Paulo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A empresa, que opera a Zona Azul em São José dos Campos (SP), propôs repassar à Prefeitura 52,07% —mais da metade — do faturamento bruto com a operação de 3.611 vagas de parada rotativas nas planejadas zonas Verde (na orla, com 837 lugares) e Azul (central, com 2.774) na Cidade. O percentual mínimo fixado na concorrência pública era de 10%. Após o secretário de Mobilidade Urbana, Alexandre Ribeiro Martins, ter declarado a Eysa ganhadora, uma das desclassificadas contestou o resultado: a Área Azul Central Park Ltda. Não se indicaram datas para a análise do recurso e a assinatura de contrato. Havia estacionamento rotativo em São Vicente até 2020, quando foi suspenso. Na Zona Azul, custaria R\$ 2,00 por hora e R\$ 4,00 por duas horas, das 8h às 18h de segunda a sexta-feira, e das 8h às 14h aos sábados. Na Verde, valeria todo dia, das 8h à meia-noite, a R\$ 1,40 por hora e R\$7,00 por cinco horas. O sistema A venda de bilhetes será eletrônica, com tíquetes virtuais e autorização para pontos de comércio. Conforme o site mantido pela Eysa em São José dos Campos, ali se oferecem, por exemplo, “mapa de vagas disponíveis, painéis informativos do número de vagas” e “cadastro de até cinco placas” por usuário.