Stephanie Nogueira, de 31 anos, votou no Colégio Objetivo, no Itararé, em São Vicente, neste domingo (25) (Breno Sant'Anna/AT) A professora de inglês Stephanie Nogueira, de 31 anos, defendeu mais fiscalização sobre os políticos eleitos e criticou o que considera um excesso de assistencialismo no Brasil durante a votação do segundo turno das eleições, neste domingo (25), em São Vicente, no litoral de São Paulo. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Stephanie afirma que, após morar nos Estados Unidos, percebeu diferenças entre os dois países e disse acreditar que políticas de assistência social podem desestimular parte da população a buscar oportunidades de trabalho. “Eu vejo que os jovens acabam aprendendo que é mais fácil receber o peixe do que ir pescar", afirmou. Ela pondera, porém, que algumas famílias realmente precisam desses benefícios. Para a professora, educação é prioridade. Ela relatou que precisou estudar conteúdos extras em casa durante a própria formação escolar em colégios públicos e defendeu melhorias na qualidade do ensino. Fiscalização Stephanie ressaltou ainda que a participação dos eleitores não deve terminar com o voto. Ela defendeu que a população acompanhe as propostas dos candidatos eleitos, verifique se as promessas são cumpridas e cobre explicações em casos de corrupção, independentemente da posição política dos representantes. “Não é só ir lá, votar e largar. Somos nós que elegemos, então, se eles representam o povo, precisam ser cobrados”, disse.