[[legacy_image_172112]] A obra na Ponte dos Barreiros, em São Vicente, entrou na reta final com a medição de abril apontando para 77% dos serviços concluídos em toda a estrutura. Das estacas, 180 das 217 já foram totalmente recuperadas e 90% do vão metálico já está finalizado. O cronograma de conclusão continua mantido e a previsão de entrega da obra é final de julho. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Para os próximos meses estão previstas a pavimentação das pistas, iluminação e conclusão da passarela para pedestres e ciclistas. Em visita recente ao local das obras, o prefeito Kayo Amado garantiu que a fiscalização da Prefeitura vai garantir total eficiência da estrutura para os moradores da Cidade. “Estamos trabalhando para deixar no passado essa história de ponte interditada, de ponte parcialmente interditada, siga e pare, tudo que fez parte das nossas vidas nos últimos tempos. Isso vai ficar para trás porque a obra está avançando, estamos sempre acompanhando de perto e em breve vamos liberar totalmente as duas pistas da ponte” afirmou o prefeito. Histórico da reformaA reforma teve início em agosto de 2021, com a montagem do canteiro avançado de obras, dos andaimes e balsas. Em setembro, os trabalhadores contratados da Jatobeton, empresa responsável pela obra, iniciaram os reparos em todas as estacas, transversinas, longarinas, New Jersey, junta de dilatação e guarda corpo da ponte. O alteamento do New Jersey foi concluído, bastando o acabamento e a pintura. Nas juntas de dilatação (dispositivo para absorver a variação volumétrica dos materiais devido às mudanças das temperaturas e também utilizada para mitigar os efeitos da vibração e movimentação da estrutura decorrente do tráfego), 54 das 59 partes já tiveram a troca das borrachas que garantem a movimentação natural e a vida útil da ponte. Outro serviço concluído foi o "macaqueamento", que consiste em levantar a estrutura da ponte em alguns centímetros para a colocação de uma nova borracha nitrílica, garantindo a absorção dos impactos diários que a estrutura sofre. Para a conclusão das pilastras, são três etapas: o reparo submerso com os mergulhadores, o emerso e a finalização no coroamento que engata a pilastra no globo superior. Ao término das obras, que envolvem cerca de 150 trabalhadores, a capacidade da ponte vai passar de 32 para 45 toneladas.