Serviços da nova rodoviária estão 99% prontos e concentrados na organização do entorno, de acordo com a Prefeitura de São Vicente (Alexsander Ferraz/ AT) Após três anos de obras e atrasos no cronograma, a nova Rodoviária de São Vicente será inaugurada em 8 de novembro. A informação é da Prefeitura, segundo a qual começarão um dia depois as operações do terminal, na Praça Bernardino de Campos, no Centro da cidade da Baixada Santista, no litoral de São Paulo. As obras estão 99% concluídas. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O terminal terá 11 empresas de transporte rodoviário, que oferecerão viagens para destinos como São Paulo, Região Metropolitana da Capital, Interior paulista e outros estados. A relação completa de destinos e linhas ainda não está disponível. A estrutura contará com cobertura e climatização. No entorno Os serviços estão concentrados na organização do entorno, que recebeu novas faixas de pedestres e faixas elevadas para ampliar a segurança e facilitar a travessia de quem circula pela região. O local também recebeu sinalização para o ponto de táxi e para a área de embarque e desembarque de passageiros de transporte por aplicativo. A nova Rodoviária também prevê a oferta de serviços aos passageiros, com a instalação de lojas e lanchonetes. De acordo com a Prefeitura, o Café Floresta, cafeteria tradicional do Município, é o primeiro estabelecimento comercial anunciado para o local. Além da atividade comercial, o terminal vai dispor de uma base da Guarda Civil Municipal (GCM), que responderá pela segurança do terminal e dos arredores. Histórico A construção da Rodoviária começou em 2023 e custou cerca de R\$ 1,5 milhão acima dos R\$ 6 milhões originalmente previstos. No início, era esperado que a Rodoviária fosse entregue nos primeiros meses de 2025. O acréscimo foi decorrente de melhorias estruturais, como a ampliação da área de cobertura, e da compra de equipamentos. Executada pela TMK Engenharia, a obra é paga com verba do Município. Em reportagem anterior, o Município tratou do atraso nos trabalhos e declarou que haviam sido suspensos por causa de uma liminar (decisão judicial provisória). Ficou previsto que a entrega ocorresse no segundo semestre de 2025 e, depois, no primeiro semestre deste ano.