Passageira de São Vicente reclama da falta de iluminação pública em poste de avenida (Arquivo Pessoal) A moradora de São Vicente Sheila Silveira, de 47 anos, pede ajuda e reclama do perigo que se tornou pegar um ônibus devido à falta de iluminação pública na Avenida Marginal, na altura do número 4.569, no Conjunto Residencial Humaitá. Segundo ela, o local causa muita insegurança aos passageiros do transporte público. A operadora de pedágio diz que o poste tem lâmpada, porém ela não acende. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “Uso o local todos os dias. Chego no ponto por volta de 5h45, e morro de medo de ficar ali. É deserto e sem nenhuma iluminação”, diz. Ela espera pela van para ir ao trabalho por cerca de 30 minutos no local sem iluminação. “Medo e indignação, é o que eu sinto. Não temos nenhuma segurança”, completa. Assalto A passageira relatou já ter sido assaltada no local, quando retornava do trabalho. “Fui abordada caminhando na marginal, em frente a um posto desativado, era por volta de 19h. Tenho muito medo”. A operadora também reclamou sobre as lâmpadas que são utilizadas, que já aparentam estar antigas e ainda são da coloração amarela. “Estão queimadas há um mês, diversas pessoas também pegam ônibus lá comigo”. Posicionamento A Tribuna entrou em contato com a Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL), que afirmou que a responsabilidade de instalação e manutenção da iluminação pública é da Prefeitura. A reportagem também entrou em contato com a Prefeitura de São Vicente, que informou, por meio de nota, que a Secretaria de Serviços Públicos (Sesp) enviará uma equipe ao local e contatará a prestadora do serviço o mais rápido possível a fim de efetuar os reparos necessários.