[[legacy_image_35210]] Um efetivo do Exército Brasileiro foi às ruas para auxiliar a equipe da Secretaria de Saúde (Sesau) na visita casa a casa, no Jóquei Clube, em São Vicente no combate a criadouros do mosquito Aedes aegypti. Ao todo, 30 soldados do 2º Batalhão de Infantaria Leve (BIL) participaram dos Bloqueios de Controle de Criadouros (BCC), vistoriando cerca 40 quarteirões do bairro. Eles atuaram em parceria com os 30 agentes de controle de vetores, da Prefeitura de São Vicente. As ações foram promovidas na quarta (21) e quinta-feira (22). Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Precisávamos aumentar o nosso efetivo e o quartel nos auxiliou com mais braços para ajudar a combater o mosquito”, disse o prefeito Kayo Amado. Centenas de moradores receberam orientações sobre possíveis focos de água parada, onde a fêmea do mosquito põe os ovos. Também houve a entrega de panfletos informativos. No total, 551 casas foram visitadas nos dois dias. Residente da rua Mateo Bei, o militar da reserva Reinaldo Pontes, de 66 anos, falou da importância da ação. “Meu filho contraiu dengue hemorrágica e foi um grande susto. É preciso manter tudo bem limpo para evitar a água acumulada”, explicou, enquanto desobstruía uma calha no telhado do quintal. Chefe do Departamento de Controle de Doenças Vetoriais da Sesau (Decodove), Fábio Lopes explica que em um período de chuvas, entre 10 a 12 dias podem surgir milhares de mosquitos. O poder de transmissão é tamanho, que uma única fêmea pode contaminar de dez a 20 pessoas com o vírus. “Daí a necessidade de eliminarmos os criadouros”, salienta. “Temos um grande grupo de pessoas suscetíveis a contrair a dengue (nos tipos 1 e 2) e, principalmente, a chikungunya. Não estamos em uma situação confortável e a mobilização social é imprescindível”, explica.