[[legacy_image_45970]] O Ministério Público pediu, na sexta-feira (14), pela prisão preventiva do homem que atropelou três mulheres após discutir e 'jogar' a companheira, grávida de cinco meses, dentro do carro em um condomínio, na Vila São Jorge, em São Vicente em 23 de abril. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Segundo o Promotor de Justiça André Luiz dos Santos, o crime praticado é grave e foi cometido de maneira covarde, a revelar uma personalidade violenta por parte do denunciado. Assim, para preservação da ordem pública, é necessário que ele responda o processo preso. Santos reforça que o comportamento do denunciado de fugir do local do crime já revela que ele fará de tudo para atrapalhar a aplicação da lei penal e a colheita da prova na instrução processual. Além disso, o promotor destaca que o denunciado não possui paradeiro fixo, o que pode dificultar na localização do mesmo. O promotor denuncia o homem pelos crimes de tentativa de homicídio, ameaça, ofensa da integridade corporal ou a saúde de outrem pelas lesões corporais, privação de liberdade mediante sequestro e cárcere privado. Relembre o caso Em 23 de abril, o homem atropelou três mulheres após discutir e 'jogar' a companheira, grávida de cinco meses, dentro do carro em um condomínio, na Vila São Jorge, em São Vicente. Após atropelar as vizinhas, o indivíduo deu ré no veículo e saiu do local estourando o portão do condomínio. Toda a ação foi gravada por uma câmera de segurança do local, localizada na Avenida Minas Gerais, no bairro Voturuá. Nas imagens é possível ver ele forçando a mulher grávida a entrar em um automóvel. Assim que ela entra, outras três vizinhas aparecem e começam a gritar com ele. Na sequência, o veículo voltou a aparecer nas filmagens e atropelou as mulheres. Uma delas se feriu ao ficar presa entre o carro e uma das paredes e foi encaminhada ao Hospital Municipal. Em 27 de abril a Justiça determinou a prisão temporária do homem, que é considerado foragido. Em depoimento à Polícia, a grávida afirmou que o suspeito não faz uso de drogas e não apresenta comportamento agressivo. Segundo ela, a briga foi iniciada após o rapaz ter lido uma mensagem de um homem que arrumou o guarda roupas do casal.