[[legacy_image_16069]] A pequena Lavínia Ribeiro Lopes tem só 10 meses, mas tem travado uma corajosa batalha contra uma doença rara que a faz ter diversas paradas cardíacas. Para que ela não fique sozinha, seus pais revezam como acompanhantes no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. E, para que ela continue seus exames e tratamento, a família da bebê pede ajuda. Pai e mãe, que moram no Parque das Bandeiras, em São Vicente, estão sem trabalhar para que possam atender às necessidades da pequena, que nunca fica sozinha na unidade. A mãe, a assistente administrativa Lilian Neves Ribeiro Lopes, de 32 anos, está afastada. Já o pai, o eletricista industrial Jerônimo Lopes Rodrigues, de 39, está desempregado há 5 meses. A menina é atendida pelo plano de saúde, mas, como alguns exames devem ser feitos pelo particular, a família já gastou mais de R\$ 5 mil com isso. Agora, para seguir com novos exames e tratamento, é preciso mais de R\$ 20 mil. “Eu dou a minha vida por ela e não sabia que um filho faria isso com a vida da gente. Muda tudo. Vou fazer tudo por ela. Eu não posso perder a minha filha”, desabafa Jerônimo. No último dia 2, Lavínia foi diagnosticada com sincope neurocardiogênica maligna. Hoje, ela está com marcapasso e tem monitoramento 24h, pois as paradas cardíacas acontecem a qualquer momento. No dia 21, a bebê teve uma parada cardíaca que durou 40 minutos e, por faltar oxigenação no cérebro, ela teve um sangramento que pode deixar sequelas. Desde então, está entubada e com sedação leve. Hoje, ainda tem manchas vermelhas pelo corpo. Diagnóstico Segundo o pai, as crises são diferentes. Ela sempre dá um grito, mas pode ficar totalmente dura e paralisada, trêmula ou sonolenta e desmaiada. Os primeiros sintomas apareceram nos últimos dias do ano passado, quando Lavínia começou a ter convulsões e ficou internada. Depois disso, os longos períodos em hospitais passaram a fazer parte de sua rotina. A menina já teve infecções no sangue e na urina, fez transfusão de sangue, teve pneumonia e ficou sob suspeita de covid-19. “Além da doença ser rara, o quadro de saúde dela é bem delicado. Neste momento, não existe cura. Eu e minha mulher não pedimos ajuda para comer nem nada do tipo. A gente se vira, vai atrás, dá um jeito. Mas eu preciso salvar a minha menina”, diz o pai emocionado. Os pais estão à disposição para receber doações pelos telefones (13) 99151-1721 (Lilian) e (13) 98171-5413 (Jerônimo). Como ajudar >> Itaú Agência: 6640 Conta corrente: 09940-1 Nome: Lilian Neves Ribeiro Lopes >> Santander Agência: 3512 Conta corrente: 01008938-2 Nome: Jerônimo Lopes Rodrigues >> Caixa Econômica Federal Agência: 4569 Conta poupança 6092-2 OP 013 Nome: Jerônimo Lopes Rodrigues