BR Mobilidade informa que os trabalhos nas 12 paradas entre as estações Conselheiro Nébias e Valongo terminarão até o final deste ano (Sílvio Luiz/AT) A instalação das portas automáticas nas estações do segundo trecho do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Santos, está na reta final. A BR Mobilidade, concessionária responsável pelo serviço, informou que os trabalhos nas 12 paradas entre as estações Conselheiro Nébias e Valongo terão cumprida a previsão de término, até o fim do ano. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! As portas começaram a ser colocadas no semestre passado. A empresa confirma que a cobrança de tarifa na segunda linha do VLT começará somente depois disso. A BR Mobilidade destacou que as portas automáticas representam um avanço para a segurança operacional e a qualidade do serviço, com mais “organização no embarque e no desembarque, mais acessibilidade e uma experiência de viagem ainda mais segura, confortável e eficiente”. Usuários aprovam A Tribuna esteve na estação Poupatempo durante a semana e constatou que as portas automáticas dela estavam instaladas. Entre os passageiros, a avaliação do serviço é positiva, embora haja ressalvas. O aposentado Fernando de Jesus Cristóvão, de 71 anos, morador de Santos, considera que “vir para o Centro não tem condução melhor. Confortável, seguro, (o VLT) está diminuindo o tempo”. Para ele, as portas ajudarão a evitar invasões de vândalos, pessoas embriagadas e reduzir o risco de acidentes. A operadora de loja Maria Aparecida dos Santos, de 50 anos, moradora de São Vicente, observa que a espera pelo VLT aumenta nos fins de semana e feriados. Sobre as portas, defende atenção ao tempo de fechamento e que haja sinalização. “Tem pessoas de idade que demoram um pouco para sair”, diz, lembrando que já viu passageiros ficarem presos nelas durante o fechamento. O aposentado e professor de Educação Física Artur José Goulart Penteado, de 72 anos, residente em Santos, avalia que os acessos ampliarão a segurança. A estagiária de uma empresa de contabilidade Narah Akemi Fujioka Freitas Fernandes, de 18 anos, de São Vicente, elogia a rapidez e a gratuidade do transporte. “É mais rápido, não pega tanto trânsito como ônibus.” Narah elogia rapidez e a gratuidade; Goulart pensa que acessos ampliarão a segurança; “Não tem condução melhor”, diz Cristóvão; Maria já viu pessoas presas em portas do veículo (Sílvio Luiz/AT) Operação Com oito quilômetros de extensão, a segunda linha do VLT opera desde 1º de dezembro, após cinco anos de obras e 14 meses de testes. A circulação ocorre em período integral, das 5h30 às 23h30, desde 11 de maio. Organização As portas começaram a ser colocadas no semestre passado. A empresa confirma que a cobrança de tarifa na segunda linha do VLT começará somente depois disso. A BR Mobilidade destacou que as portas automáticas representam um avanço para a segurança operacional e a qualidade do serviço, com mais “organização no embarque e no desembarque, mais acessibilidade e uma experiência de viagem ainda mais segura, confortável e eficiente”.