[[legacy_image_346192]] Os “ajudantes” do coelhinho da Páscoa tiveram trabalho neste sábado (30), última oportunidade de reservar o ovo da criançada - e de muitos adultos também. Ao longo do dia, houve bastante movimento nas lojas, atendendo a quem deixou para última hora, ou mesmo desejava adquirir um item específico. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! [[legacy_image_346193]] Na loja do Lar Espírita Mensageiros da Luz, no Shopping Pátio Iporanga, no Gonzaga, a sensação é de dever cumprido. A unidade chegou à véspera da Páscoa com 98% dos itens vendidos, reforçando a condição de referência para muitos santistas que unem chocolate e solidariedade. “A resposta do público foi maravilhosa. Esse ano, começamos um pouco tarde, pois a gente não conseguia um local emprestado para montar a loja. Hoje, estamos com o coração repleto de alegria. O santista aguarda nossa chegada. É recompensador”, afirma a presidente da instituição, Edna Daguer. A mesma sensação foi alimentada pela voluntária Onice Maria de Melo. “É um dos maiores eventos que a gente tem. Significa,para nós, a parte financeira e da amizade”. A terapeuta Cinara Nino de Mattos, por exemplo, já havia comprado todos os itens da “lista”, Mas resolveu dar mias umapssadan a loja. “É bom a gente poder contribuir”. Atender aos gostosEm outras lojas, a procura foi grande na parte da manhã, com registros de pequenas filas. Variedade e preços eram analisados criteriosamente, mas sempre havia espaço para atender um pedido especial. “Esse ano, só deu para vir hoje. Estou comprando ovo para minha neta, de 15 anos”, explica a comerciante Dalva Aparecida de Oliveira. O sabor (crocante) foi a jovem que escolheu. Mas o tamanho.. “Eu que escolhi, senão o bicho pega (risos)”, argumenta. [[legacy_image_346194]] A balconista Ana Correa já havia adquirido os ovos de Páscoa, mas foi “convocada” pelo genro para comprar para sua filha. De quebra, atendeu um pedido do neto, o pequeno Miguel, de cinco anos: daqueles acompanhado de brinquedos. “Tem muita gente comprando barra, para não passar em branco. Mas as crianças gostam de brinquedos”. LojistasA gerente da Kopenhagen, Letícia Vilela dos Santos, por exemplo, já comprou os da filha Hanna, de cinco anos. “Comprei bem antes, no começo do mês. Tem ovo que acabou na primeira semana (risos)”. Segundo ela, o movimento na quinta-feira que antecede a Páscoa é considerado o melhor do período, mas o sábado também reservava boas vendas. “Abrimos com pessoas do lado de fora, já esperando”, descreve. Panorama parecido era encontrado em outra loja. “A gente tem que “segurar bastante” a fila, porque a venda de ovos, este ano, foi mais intensa que no ano passado”, explica a supervisora da Cacau Show, Thamyres Lamela.