[[legacy_image_4023]] As obras de reurbanização da área formada pelas avenidas Marechal Deodoro e Floriano Peixoto e pelas ruas Pereira Barreto, Euclides da Cunha e Marcílio Dias, no Gonzaga, em Santos, devem começar em maio. O projeto, previsto para começar em 2015, ficou parado por causa de desacertos em repasses pelo Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos (Dadetur). No sábado (6), a Prefeitura de Santos e o órgão estadual assinaram convênio para o andamento dos serviços, no valor de R\$ 5,7 milhões. No local, além de reforma de drenagem, calçadas, remodelação da iluminação e do recapeamento das vias, o município pretende embutir toda a fiação de infraestrutura de telefonia e lógica (fios e cabos). A previsão é de que os trabalhos terminem em um ano. Encontro de prefeitos A assinatura do convênio aconteceu durante encontro da Associação das Prefeituras das Cidades Estância do Estado (Aprecesp), que reuniu cerca de 70 prefeitos em Guarujá. No evento, o secretário executivo de Turismo do Estado, Marcelo Lima Costa, apresentou a proposta do Governo do Estado para a liberação dos recursos do Dadetur. De acordo com Costa, a ideia é pagar, até 2021, os valores represados entre 2011 e 2017. Para os convênios assinados no fim do ano passado, Costa diz estarem sendo analisados. “Vamos revisar todos, e aqueles que se enquadrarem para a atividade de turismo serão contemplados”, alega o secretário executivo. O prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSB), afirma que a cidade tem cerca de R\$ 77 milhões em verba do Dadetur a receber. “Através do diálogo, queremos fazer com que o repasse volte. Nenhum prefeito gosta de ficar com a pecha de prefeito de obras paradas”, afirma. “Algumas mudanças estão sendo anunciadas, causando preocupação aos prefeitos. A descentralização de recursos é fundamental para que obras sejam desenvolvidas com mais eficiência”, defende o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB).