[[legacy_image_236455]] Mesmo com o mausoléu de Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, fechado ao público, dezenas de pessoas foram até a Memorial Necrópole Ecumênica, no Marapé, em Santos, na manhã desta quarta-feira (4) . Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Visitantes de todas as idades e de vários lugares do Brasil tentavam saber onde o Atlela do Século está sepultado. Alguns faziam registros em frente à fachada e outros acessavam o espaço do jardim e do museu de veículos antigos para pousar os olhos, mesmo que de longe, sobre a última parada do ídolo. Entre os fãs estava o brasiliense Josenildo Pereira de Queiroz, de 47 anos, na companhia da esposa, do primo e dos dois filhos. Ele veio visitar a família e, por coincidência, chegou à região no dia da morte do Rei do Futebol, na última quinta-feira (29). “Vim aqui hoje, mas queria ter acompanhado o velório e o cortejo. Como tinha muita gente, ficaria complicado. Achei legais as homenagens pela importância que ele tem. Foi merecido, à altura dele. Não acompanhei ele jogando, mas sei da sua grande história no futebol”, afirmou Josenildo. Já a pequena Giovanna Reis, de 12 anos, viajou do Rio de Janeiro para Santos só para se despedir de Pelé. Ela é torcedora do Fluminense, mas tinha grande admiração pelo craque, o que levou a família a realizar o sonho da menina. “Gosto dele porque ele foi um jogador muito importante para o Brasil”, afirmou Giovanna, tímida. Quem também viu o Atleta do Século 20 em campo e definiu a experiência como algo “extraordinário” foi o advogado Carlos Humberto Batalha, 76. Ele mora em Mato Grosso do Sul, mas torce para o Santos F. C. desde pequeno, pois visita a Cidade desde a infância. Ele estava de férias na Capital quando o craque veio a falecer e decidiu descer a serra para prestar a última homenagem comparecendo ao Memorial e também ao Museu Pelé e à Vila Belmiro. “Viemos na intenção de visitar o túmulo, mas infelizmente ainda não foi liberado. Ainda sim ficamos contentes de conhecer o Memorial e passar por lugares importantes para ele. É uma experiência muito emocionante. O Brasil todo está triste com a perda dessa figura, que levou o nome do nosso País para além das fronteiras. Não é preciso ser santista para ter orgulho da história que ele escreveu”, afirmou Carlos.