[[legacy_image_132354]] O adeus a monsenhor Francisco das Dores Leite, o padre Chiquinho, 89 anos, foi marcado por muita emoção. No Santuário São Judas Tadeu, no Marapé, a capacidade máxima - devido às regras sanitárias - foi atingida com facilidade, na manhã desta quinta-feira (9). Os fiéis fizeram questão de participar da missa e se despedir no templo que foi a casa de padre Chiquinho por 48 anos. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O professor João César Monteiro, 54 anos, atualmente é voluntário da igreja, mas assistiu a muitas missas padre Chiquinho. Ele conta que era impossível não gostar dele e se identificar com ele. "Porque padre Chiquinho era muito alegre, paciente e muito atencioso com toda a comunidade". A cirurgã- dentista, Maria Luisa, atua como voluntária há mais de 20 anos no santuário e conviveu na maior parte desse período, com o monsenhor. E foram muitas lições aprendidas nesse caminho. Segundo ela, até os 'puxões de orelha' dele eram especiais. "Era incapaz de dar uma bronca. Ele sempre tinha um elogio e perguntava: o que acha disso? Como podemos melhorar? Ele era muito especial". [[legacy_image_132355]] A missa de despedida terminou por volta das 9h30, e foi celebrada pelo bispo diocesano, Dom Tarcísio Scaramussa. O corpo de padre Chiquinho deixou o santuário às 10h30 sob saudações e aplausos. O cortejo seguiu por quatro quadras até a Memorial Metrópole Ecumênica. Os fiéis seguiram a pé o trajeto. O enterro será às 11 horas, na Memorial Metrópole Ecumênica, também no bairro. [[legacy_image_132356]]